quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Book Trailer: O Príncipe Gato - Bento de Luca




Aravés de um Buraco de Minhoca — túnel dimensional que interliga dois mundos — localizado no Parque do Trianon, São Paulo, surge um viajante felino movido por uma única e importantíssima missão: a busca por uma lendária ampulheta. Escondida em algum local inóspito da cidade, a relíquia é a única capaz de salvar Marshmallow, terra do Príncipe Gato, que está à beira da destruição. No entanto, parece que ele não foi o único a atravessar o portal. Seres malignos irromperam das barreiras e logo declararam uma caçada voraz, com objetivos mais sombrios...
 
 Além de seus perseguidores, o Gato luta contra seu maior inimigo: o Tempo. É preciso encontrar este objeto antes que seja tarde e seu mundo esteja para sempre perdido. Contudo, ele não estará sozinho nesta empreitada e poderá contar com a ajuda de seus fiéis companheiros.
 
 Fascinante, angustiante e até mesmo engraçada, a história retrata os mistérios jamais desvendados da cidade paulistana, com um toque de magia e esperança.

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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Adquira agora mesmo: A Terceira Regência- Sergio Prado


Qual seria sua reação se soubesse que o mundo depende de você para continuar existindo? Sendo você uma pessoa simples, sem bens materiais, com uma rotina maçante como a de Amor Cândido, certamente custaria a acreditar. Mas, após conhecer a saga deste jovem rapaz, de nome pouco peculiar, você não duvidará de mais nada. 

A Terceira Regência não é apenas mais uma história sobre a batalha entre o bem e o mal. É, sobretudo, um romance envolvente e inspirador que irá comover e fazer com que o leitor, em muitas passagens do livro, identifique-se com a trama nem tanto pelos acontecimentos, mas pelas atitudes do protagonista.

Amor é um humilde e atormentado rapaz, que viu seus grandiosos sonhos da adolescência ruírem com o tempo, e a única coisa que agora busca é uma ausente paz de espírito, até descobrir que o que mais lhe atormenta é o que ele mais deseja: Júlia, uma misteriosa mulher que aparece apenas em seus sonhos.
  • Editora: Editora Regência
  • Autor: SERGIO PRADO
  • ISBN: 9788562053009 
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Ocultismo


Ocultismo é um conjunto de teorias e práticas cujo objetivo seria desvendar os segredos da natureza, do Universo e da própria Humanidade. O ocultismo trata de um tipo de conhecimento que está além da esfera do conhecimento empírico, o que é sobrenatural e secreto. Não é aceito pela comunidade científica por não compartilhar de suas metodologias. O ocultismo está relacionado aos fenômenos sobrenaturais. Ou seja, são conjecturas metafísicas, e teológicas, algumas das quais oriundas de povos da Antigüidade Clássica.

O ocultismo está relacionado aos fenômenos sobrenaturais. Ocultismo é um conjunto vasto, um corpo de doutrinas proveniente de uma tradição primordial que se encontraria na origem de todas as religiões e de todas as filosofias, mesmo as que, aparentemente, dele parecem afastar-se ou contradizê-lo.
O Homem aqui retratado seria um completo e arquetípico, composto não apenas de corpo, mas também de emoção, razão e alma (como divide a cabala).
Segundo algumas tradições monoteístas e ocultistas, as religiões do mundo teriam sido inspiradas por uma única fonte sobrenatural. Portanto, ao estudar essa fonte chegar-se-ía à religião original. Outras tradições de orientação panteísta acreditam em milhares de fontes em razão de seus vários deuses. O hinduísmo, o xintoísmo e o candomblé são alguns exemplos.
Muitas vezes um ocultista é referenciado como um mago. Alguns acreditam que estes antigos Magos já conheciam a maior parte das descobertas da ciência contemporânea e até além delas, tornando estas descobertas meros achados.

Nas ciências ocultas, a palavra oculto refere-se a um "conhecimento não revelado" ou "conhecimento secreto", em oposição ao "conhecimento ortodoxo" ou que é associado à ciência convencional. Para as pessoas que seguem aprofundando seus estudos pessoais de filosofia ocultista, o conhecimento oculto é algo comum e compreensivel em seus símbolos, significados e significantes. Este mesmo conhecimento "não revelado" ou "oculto" é assim designado, por estar em desuso ou permanecer nas raízes das culturas.
Originalmente no século XIX era usado por ter sido uma tradição que teria se mantido oculta à perseguição da Igreja, e da sociedade e por isso mesmo não pode ser percebido pela maioria das pessoas.
Mesmo que muitos dos símbolos do ocultismo, estejam sendo utilizados normalmente e façam parte da linguagem verbal ou escrita), permanecem assim, ocultos o seu significado e seu verdadeiro sentido. Desta maneira, tudo aquilo que se chama de "ocultismo" seria uma sabedoria intocada, que poucas pessoas chegam a tomar conhecimento, pois está além da visão objetiva da maioria, ou de seu interesse. O ocultismo sempre foi concebido desde o início, como um saber acessível apenas a pessoas iniciadas (ou seja, para aquelas que passaram por uma "iniciação"; uma inserção num grupo separado do comum e do popular; ou mesmo uma espécie de batismo, onde as pessoas seriam escolhidas, então guiadas e orientadas a iniciar numa nova forma de compreender e pensar o que já se conhece, transcendendo-o).
A percepção do oculto consiste, não em acessar fatos concretos e mensuráveis, mas trabalhar com a mente e o espírito. Refere-se ao treinamento mental, psicológico e espiritual que permite o despertar de faculdades ocultas.

O ocultismo teria suas origens em tradições antigas, particularmente o hermetismo no antigo Egito, e envolve aspectos como magia, alquimia, e cabala.
O ocultismo tem relação com o misticismo e o esoterismo e tem influências das religiões e das filosofias orientais (principalmente Yoga, Hinduísmo, Budismo, e Taoísmo).

As raízes mais antigas conhecidas do ocultismo são os mistérios do antigo Egito, relacionados com o deus Hermes ou Thoth. Essa parte do ocultismo ou doutrina é tratada no Hermetismo.
Na Idade Média, principalmente na Península Ibérica devido a presença de muçulmanos e judeus, floresceu a alquimia, ciência relacionada com a manipulação dos metais, que segundo alguns, seria na verdade uma metáfora para um processo mágico de desenvolvimento espiritual. Tanto a alquimia quanto o ocultismo receberam influência da cabala judaica, um movimento místico e esotérico pertencente ao judaísmo.
Alguns destes ocultistas medievais acabaram sendo mortos na fogueira pela Inquisição da Igreja Católica, acusados de serem bruxos e terem feito pacto com o diabo. Mas existem trabalhos relacionados à cabala durante toda Idade Média. E de alquimia na Baixa Idade Média.
O ocultismo ressurgiu no século XIX com os trabalhos de Eliphas Levi, Helena Petrovna Blavatsky, Papus e outros.
A partir do século XX, a Teosofia Brasileira também tem difundido este conhecimento metafísico e iniciático.
 
O ocultismo moderno, cujo ressurgimento deu-se principalmente ao final do século XIX, teve sua parte teórica sistematizada por Helena Petrovna Blavatsky, no que ficou conhecido como Teosofia. Além dela, também são importantes na definição do moderno ocultismo Eliphas Levi, S. L. MacGregor Mathers, William Wynn Westcott, Papus, Aleister Crowley, Anton Szandor LaVey, entre outros.
Eliphas Levi divide as preferência de alguns com Papus como o maior ocultista do século XIX, tendo ambos sistematizado boa parte do que hoje conhecemos como ocultismo prático moderno.
Também devemos lembrar a importância de S. L. MacGregor Mathers e da Ordem Hermética do Amanhecer Dourado ("Hermetic Order of the Golden Dawn"), responsáveis em parte pelo ressurgimento da magia ritualística, e que influenciaram fortemente a maioria dos mais conhecidos e importantes magos e ocultistas do século XX.
Já no século XX destaca-se enormemente a figura de Aleister Crowley, que desenvolveu um sistema mágico, conhecido como Thelema, que deu origem e influenciou diversas escolas mágicas, também escreveu uma extensa gama de livros que figuram entre as preferências de ocultistas modernos.
Não podemos esquecer também a contribuição do não tão famoso Franz Bardon com seus poucos, mas valiosos, livros.
No Brasil, um dos principais expoentes dos estudos ocultistas, Henrique José de Souza, nasceu em Salvador, em 1883, e participou de uma série de movimentos, desde a fundação de lojas maçônicas a correntes espiritualistas como Dhâranâ, que mais tarde viria a se chamar Sociedade Brasileira de Eubiose. O Professor Henrique, como é chamado pelos membros de diversas correntes da teosofia brasileira, deixou um legado de centenas de "cartas-revelações", contendo material de cunho profundamente ocultista.

Atualmente, as tradições relacionadas com o ocultismo são mantidas por diversas sociedades e fraternidades secretas ou abertas, cuja admissão ocorre por meio de uma iniciação, que é um ritual de aceitação. Esse ritual tem como fundamento uma suposta nova vida que a pessoa deverá alcançar com a iniciação, ela morre simbolicamente e renasce para a vida que passará a ter.





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sábado, 6 de agosto de 2011

Receitas:Especiarias Afrodisíacas


Açafrão

O açafrão é um ingrediente muito usado em pratos afrodisíacos. Não se sabe qual dos seus componentes é responsável por sua característica famosa. Diz-se que o açafrão torna as zonas erógenas mais sensíveis.

Aipo

O aipo contém as vitaminas A, B, C, P e minerais. É excelente para os músculos e ajuda a liquefacção do sangue; também serve para reduzir o nível de colesterol e ajuda a manter as artérias limpas. Os antigos Romanos dedicavam o aipo ao deus Plutão, deus do sexo e do inferno

Almíscar

Se trata de uma substância escura de odor muito activo, extraída de uma glândula sito sob a pele do abdome dos cervos jovens que vivem no sudeste asiático. A respeito das suas origens não certamente apetitosas, é considerada uma panacéia para tratar epilepsia, coqueluche, febre tifóide e pulmonite. Além disso, é apreciada pelas suas virtudes afrodisíacas. É reduzido em pó e parcimoniosamente espalhado sobre a comida (causa vertigens se usado em excesso). 
 
Baunilha

Os Aztecas a usavam para dar sabor ao chocolate. Seu nome sugestivo já faz parte do seu conceito afrodisíaco. Baunilha provém do espanhol "vainila", um diminutivo de "vaina" que quer dizer vagina.
A baunilha actua tanto pelo seu cheiro como pelo seu sabor. É importante usar o produto natural. A forma sintética é bem mais barata, mas menos eficaz.
É muito utilizada em óleos e loções corporais. Possui um cheiro adocicado que inspira ao romantismo.

Possui efeitos eufóricos e pode ser consumida a vontade. Combate a astenia sexual, agindo no sistema nervoso central e, por meio do seu odor, age indirectamente como estimulante sexual

Cravo

A cultura do cravo como afrodisíaco iniciou-se na China e depois se disseminou na Europa. Dizia-se que além de aumentar o desejo sexual ele melhorava a digestão. Um naturista sueco escreveu que, para um homem recobrar sua "capacidade" e desejar sua mulher, uma mistura de leite com cravos lhe ajudaria.

Além disso, é muito eficaz para combater o cansaço mental, como também a perda de memória. 

Coentro

As suas sementes secas têm efeitos eufóricos, especialmente nas mulheres. É utilizado em infusões com vinho. Todavia se recomenda aos homens para não abusarem desta substância, pois neles, pode causar efeitos opostos. 

 Gengibre

Por toda a Ásia, da China à Turquia, o gengibre tem uma reputação sólida de ser um forte afrodisíaco.

Dizem que Madame du Barry, uma cortesã francesa do século XVIII, misturava gemas de ovos e gengibre para induzir seus amantes. Ela era a favorita de Luís XV.

O gengibre é conhecido há mais de três mil anos, dilata os vasos sanguíneos, facilitando a circulação, pelo que o seu consumo é particularmente aconselhado aos homens. Mas cuidado com os exageros nas quantidades utilizadas

Jasmim

Essa deliciosa flor é cultivada no mundo inteiro, mas é principalmente o jasmim espanhol a ser utilizado para aromatizar licores. Atenção: as sementes de jasmim são venenosas. 

Ginger

É utilizado em bebidas destinadas a despertar a sensibilidade. Ingerido com moderação, causa ímpeto salutar; em dose excessiva, irrita o intestino. 

Mostarda

Estimula a acção das glândulas sexuais. Existem três qualidades de mostarda: preta, branca e amarela, proveniente da Índia. A mostarda conheceu um notável sucesso na Idade Média. 

Noz-moscada

Os Hindus, Árabes, Gregos e Romanos faziam uso da noz-moscada em pequenas quantidades para obter efeitos afrodisíacos. No oriente era mais apreciado pelas mulheres. No entanto, se consumido em grandes doses os efeitos colaterais podem ser graves além de não causar o efeito desejado.

"O Jardim Perfumado", clássico árabe do século XVI sobre o amor, aconselhava os amantes a mastigarem uma pequena pimenta e a colocar uma determinada quantidade sobre a cabeça do parceiro antes de fazerem amor.

Orégano

Em infusão é um bom agente excitante. 

Pimenta
A reputação da pimenta como afrodisíaco vem das antiguidades, quando era usada pelos Egípcios, Gregos e Romanos. Misturada a outros ingredientes foi utilizada pelos Egípcios como uma espécie de unguento para esfregar na genitália masculina e prolongar o acto sexual. Além disso, o termo "picante" é muito usado para descrever algo sexualmente excitante.

Pimenta de Cayenna

Contém uma grande quantidade de vitamina C. É também um agente excitante que estimula a circulação.  O pequeno chili vermelho ou verde mexicano, possui as mesmas qualidades. 

Rábano

Sua polpa tem propriedade afrodisíaca. 

Tomilho

Erva que fornece óleo de poder anti-séptico. Da mesma erva igualmente se obtêm um tónico nervoso com efeitos afrodisíacos. É ainda um bom purificador para o corpo.  


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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Escorpião Rei: Arquelogia

Escorpião I foi o primeiro dos dois reis assim chamados do Alto Egito durante o período proto-dinástico. Seu nome pode se referir à deusa escorpião Serket.
Acredita-se que viveu em Tinis um ou dois séculos antes do reinado do melhor conhecido rei Escorpião II de Nekhen e é provavelmente o primeiro rei verdadeiro do Alto Egito. A ele pertence o túmulo U-j encontrado no cemitério real de Abidos, onde foram enterrados os reis tinitas. Sua tumba é notável por seu tamanho, quantidade de bens e pelos primeiros hieróglifos conhecidos.[1][2] Este túmulo também reproduz um modelo de palácio.[2]

A tumba foi saqueada na antiguidade, no entanto, foram encontradas muitas placas pequenas de marfim, cada uma com um furo para amarrá-la a alguma coisa, e cada uma marcada com um ou mais hieróglifos arranhados que é pensado serem nomes de cidades, talvez para amarrar oferendas e tributos para acompanhar o que veio de cada cidade. Duas dessas placas parecem ter o nome das cidades de Buto e Baset, no Delta, mostrando que os exércitos do rei Escorpião I havia penetrado no Delta do Nilo. Pode ser que as conquistas de Escorpião I iniciou o sistema hieróglifo, iniciando a necessidade de manter registros e informações por escrito.[3]

Em Gebel Tjauty foi encontrado pelo professor John Darnell da Universidade de Yale um grafite que narra uma possível vitória de Escorpião I sob um líder regional vizinho que ele capturou.[2] Na imagem é possível perceber a pessoa capturada com as mãos amarradas para trás ao lado do governante que esta segurando em uma mão uma clava e na outra a corda.[2] Também é possível perceber um pássaro bicando uma serpente (o que pode significar um símbolo de "vitória" ou então um nome/região; este símbolo é encontrado em outros locais), um escorpião e um falcão.[2] Uma segunda interpretação da imagem sugere que a pessoa capturada representa de forma figurativa a conquista da elite naqadana que durante o período estava em declínio.[2] O rei derrotado ou o lugar é chamado no grafite de "Cabeça de Touro", uma marcação também encontrada no túmulo U-j.[3]

Na Núbia foi encontrada uma pedra com um grafite de um grande escorpião atacando um homem com as mãos atadas às costas.[4] Ainda há dois arqueiros cada um em uma ponta do grafite olhando a cena.[4] Este grafite possivelmente é do rei Escorpião I e pode representar uma invasão punitiva da Núbia.[4]

O túmulo do rei Escorpião I é conhecido no circuito de arqueologia como possível evidência do consumo do vinho antigo. Na busca da tumba, os arqueólogos descobriram dezenas de jarros importados de cerâmica contendo um resíduo amarelo consistente com vinho, datados de 3150 a.C. Sementes de uvas, casca e polpa também foram encontrados.[5]
http://pt.wikipedia.org/wiki/Escorpi%C3%A3o_I

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Escorpião II, também conhecido como Escorpião Rei foi o segundo dos dois reis assim chamados do Alto Egito durante o período protodinástico.[2] Seu nome pode remeter para a deusa escorpião Serket. O nome de sua consorte foi Shesh I,[1] a mãe de Narmer e a bisavó de outra rainha, Shesh II.
A única evidência pictórica de sua existência é a chamada Cabeça da clava de Escorpião que foi encontrada no Depósito principal por James E. Quibell e Frederick W. Green em um templo em Nekhen (Hierakonpolis) durante a escavação de 1897/1898.[3] Está atualmente em exposição no Ashmolean Museum, em Oxford. A estratificação desta clava foi perdida devido aos métodos das escavadeiras, mas seu estilo parece do período pré-dinástico.[4] Apesar de danificado, as partes visíveis são extraordinários registros do início da história egípcia. Acredita-se que tenha vivido um pouco antes ou durante o reinado de Narmer em Tinis por este motivo, e também pelo conteúdo da clava.
Escorpião II também foi identificado por um grande grafite em de Gebel Sheikh Suleiman.[2][nota 1] O túmulo deste rei nunca foi identificado, no entanto, foi especulado que poderia ser a quarta camada do túmulo B50 de Abidos ou então a tumba 1 do local 6 de Hierakonpolis.[2]

A Cabeça da clava de Escorpião representa uma grande figura única com a coroa branca do Alto Egito. Ele possui uma enxada, que foi interpretada como um ritual que envolve o faraó cerimonialmente cortando a primeira estria nos campos, ou então abrindo diques para inundá-los.[5] O nome "Escorpião" é derivado da imagem de um escorpião que aparece imediatamente na frente de seu rosto, que pode representar a deusa escorpião Serket, logo abaixo de uma flor de sete pétalas; o uso e a colocação da iconografia é semelhante à representação do faraó Narmer no lado oposto da Paleta de Narmer. Hieróglifos protodinásticos são difíceis de ler, mas os abibes mortos (o que significa os Baixo egípcios) e nove arcos (ou seja, os inimigos tradicionais do Egito) encontrados na clava são interpretados como evidência de que ele começou ataques contra o Baixo Egito, que acabou resultando na vitória de Narmer e a unificação do Egito.[6] O abibe também foi usado como um hieróglifo que significa "pessoas comuns", portanto, os padrões aos quais estão anexados podem representar os nomes de cidades particulares que Escorpião conquistou.[7]
Um segundo fragmento menor da clava é referido como a Cabeça Menor da Clava de Escorpião.[8] Pouco resta dessa clava, embora claramente mostra o faraó usando a Coroa Vermelha do Baixo Egito
Há diversas teorias a respeito de sua identidade. Alguns argumentam que, porque os reis egípcios da I dinastia parecem ter tido vários nomes,[9] Escorpião era a mesma pessoa que Narmer, simplesmente com um nome alternativo. Outros identificaram Escorpião Rei como o antecessor de Narmer, Ka (ou Sekhen); Edwards em 1965, considerou o glifo de Ka, os braços abertos do sinal Ka, como simplesmente uma versão estilicamente diferente de um escorpião.[10] A historiadora Susan Wise Bauer sustenta que Escorpião II e Narmer eram realmente dois reis separados, mas Escorpião II reinou em 3200 a.C., um século antes de Narmer.[11] Como Escorpião II não é atestado em Abidos, ele poderia ser contemporâneo de Narmer, que eventualmente perdeu ou legou Nekhen para Narmer.
Um programa de televisão britânico[12] propôs que a cabeça da clava foi uma homenagem do rei Narmer a Escorpião I (cuja tumba em Abidos é conhecida). Segundo esta teoria, só havia um escorpião rei protodinástico, ao invés de dois como comumente se postulava.

 
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