segunda-feira, 25 de abril de 2011

Game - Príncipe da Pérsia


Prince of Persia: The Sands of Time é um jogo eletrônico de ação-aventura em terceira-pessoa que foi desenvolvido e publicado pela Ubisoft. Ele foi primeiramente lançado em 2003 para o console PlayStation 2 e mais tarde para Nintendo GameCube, Xbox e PC, recebendo também uma conversão em 2D para o portátil Game Boy Advance e para celular. O jogo é a continuação da série Prince of Persia, que foi criada por Jordan Mechner em 1989 com o título Prince of Persia. The Sands of Time, inicialmente desenvolvido pelo Ubisoft Montreal, conseguiu transferir e expandir as mecânicas de jogabilidade do primeiro jogo para a geração de jogos em 3D sucessivamente, enquanto uma tentativa anterior, feita pela The Learning Company em 1999, intitulada Prince of Persia 3D, falhou em atender os padrões de aceitação dos críticos.

O jogo se foca na história do Prince da Pérsia que, enganado pelo Vizier, liberta as Sands of Time ("Areias do Tempo") no palácio do sultão, um amigo de seu pai, o rei Shahraman. As Areias do Tempo transformam todos os habitantes do palácio em monstros de areia, colocando-os sob o controle do Vizier. Com a ajuda da princesa Farah, a filha do marajá da Índia, o jogador deve controlar o Prince e usar as suas habilidades acrobáticas e a Dagger of Time ("Adaga do Tempo") para atravessar todas as áreas do palácio repletas de armadilhas e desfazer o seu erro.[carece de fontes]

The Sands of Time foi elogiado pelo seu design visual, por suas mecânicas de jogabilidade equilibradas e pelo seu enredo intrigante. Nos sites agregadores de notas Metacritic e Game Rankings, o jogo recebeu uma nota média de 91%, ao mesmo tempo em que foi premiado por variadas publicações de videogame. O sucesso do jogo resultou na produção e lançamento de duas sequências: Prince of Persia: Warrior Within e Prince of Persia: The Two Thrones, em 2004 e 2005, respectivamente.

















Texto - Fonte: Wikipédia
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domingo, 24 de abril de 2011

Livro - Adorável Noite - Adriano Siqueira



 SINOPSE


O Vampiro tradicional e sombrio, veste a sua capa escura e cheia de ondulações criadas pelo tempo, retorna através da magia, do sangue, do pacto com as criaturas da noite, da vontade ardente proveniente da sua selvageria pelo sangue. O legado da sua dominação climática e dos seres noturnos, mantém o seus caninos salientes e pontiagudos. Seu abraço, cheio de desejo, reúne as forças da sua alma aprisionada, para novamente combater os seus inimigos como fazia em seu Castelo. Para tomar o que é seu. A sua eternidade. A sedução absoluta que vem dos predadores para conquistar as suas vítimas, mantém o seu reinado e a sua eternidade. O prazer de ser dominante dos seres viventes deixa-o mais forte e menos solitário. O encanto que provem de suas palavras enchem o corpo da vitima de puro delírio ardente, quente que chega a aprisionar a alma daqueles que se entregam, pela tentação e pelo pacto de sangue. Existem aqueles que se protegem recusando a sua entrada em sua morada, mas a experiente criatura noturna sempre descobrirá dentro da sua alma, qual a melhor maneira de seduzi-lo.

Ele não está morto e nem está vivo… Está apenas faminto.

E para isso ele vai mentir, vai jurar, vai prometer, vai te abraçar e quando você confiar…

Ele vai saciar a sua sede.

É chegada a hora do Vampiro atormentado sair de cena e começar a atormentar.



Sua alma ferve e clama pelo seus abraços.

E o Vampiro costuma atender pedidos, dos perdidos, dos abandonados, pois é deles o seu legado.



Aceite o convite… a adorável noite te espera.





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Magia da Cor da Roupa


A cor da roupa que você usa em magia pode influenciar no resultado, e na preparação do seu ritual, veja que cor se identifica com o propósito do feitiço:

Use amarelo quando se trata de um desafio mental, quando você está tentando reter informações ou aumentar o seu espírito e energia.

Use verde para trazer equilíbrio mental e físico de harmonia, paz, prosperidade e finalidade de ser.

Use rosa para acalmar a chacka do coração e trazer paz interior para você mesmo ou para um relacionamento.

Use branco para equilibrar a mente, corpo e espírito.

Use vermelho para iniciar coragem física ou paixão.

Use laranja para rejuvenescer ou estimular suas energias.

Use violeta para aumentar o seu conhecimento e habilidades psíquicas.

Use castanho para proteção, para o solo, decisão da terra e você parar de se desviar.

Usar azul quando você estiver com qualquer anciedade para permanecer calmo e raciocinar bem.

Use roxo real quando você precisar de mais potência ou energia espiritual e grande harmonia.

Use preto para marcar um ciclo e terminar o início de um novo começo.

Use prata para acalmar os nervos e equilibrar emoções.

Use ouro para elevar o espírito nas profundezas do desespero.

Use cinzenta para evitar confronto.


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Feliz Páscoa a Todos!


A Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem através do grego Πάσχα) é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da Cristandade. Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo depois da sua morte por crucificação (ver Sexta-Feira Santa) que teria ocorrido nesta época do ano em 30 ou 33 da Era Comum. A Páscoa pode cair em uma data, entre 22 de março e 25 de abril. O termo pode referir-se também ao período do ano canônico que dura cerca de dois meses, desde o domingo de Páscoa até ao Pentecostes.

Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pesah, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito.

A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir.

No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pesah. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.

Os termos "Easter" (Ishtar) e "Ostern" (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica com o Pessach (Páscoa). As hipóteses mais aceitas relacionam os termos com Estremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o Venerável Beda, historiador inglês do século VII. Porém, é importante mencionar que Ishtar é cognata de Inanna e Astarte (Mitologia Suméria e Mitologia Fenícia), ambas ligadas a fertilidade, das quais provavelmente o mito de "Ostern", e consequentemente a Páscoa (direta e indiretamente), tiveram notórias influências.

A Páscoa cristã celebra a Ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu por três dias, até sua ressurreição. É o dia santo mais importante da religião cristã. Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica, que é uma das mais importantes festas do calendário judaico, celebrada por 8 dias e onde é comemorado o êxodo dos israelitas do Egito, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.

A última ceia partilhada por Jesus Cristo e seus discípulos é narrada nos Evangelhos e é considerada, geralmente, um “sêder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos ativermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pessach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade.

A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. De fato, para entender o significado da Páscoa cristã atual, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa. Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Deméter. Na mitologia romana, é Ceres.
Segundo a Bíblia (Livro do Êxodo), Deus mandou 10 pragas sobre o Egito. Na última delas (Êxodo cap 12), disse Moisés que todos os primogênitos egípcios seriam exterminados (com a passagem do anjo da morte por sobre suas casas), mas os de Israel seriam poupados. Para isso, o povo de Israel deveria imolar um cordeiro, passar o sangue do cordeiro imolado sobre as portas de suas casas, e o anjo passaria por elas sem ferir seus primogênitos. Todos os demais primogênitos do Egito foram mortos, do filho do Faraó aos filhos dos prisioneiros. Isso causou intenso clamor dentre o povo egípcio, que culminou com a decisão do Faraó de libertar o povo de Israel, dando início ao Êxodo de Israel para a Terra Prometida.

A Bíblia judaica institui a celebração do Pessach em Êxodo 12, 14: Conservareis a memória daquele dia, celebrando-o como uma festa em honra de Adonai: Fareis isto de geração em geração, pois é uma instituição perpétua .


Na Páscoa, é comum a prática de pintar ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas. Em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substítuidos por ovos de chocolate. No entanto, o costume não é citado na Bíblia. Portanto, este costume é uma alusão a antigos rituais pagãos. Ishtar ou Astarte é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica. A primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. A lebre (e não o coelho) era seu símbolo. Suas sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma lebre sacrificada. A lebre de Eostre pode ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade. De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações judaico-cristãs. Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março. Eostre ou Ostera (no alemão mais antigo) significa “a Deusa da Aurora” (ou, novamente, o planeta Vênus). É uma deusa anglo-saxã, teutônica, da Primavera, da Ressurreição e do Renascimento. Ela deu nome ao Shabbat Pagão, que celebra o renascimento chamado de Ostara.

A palavra Páscoa em várias línguas

    Afrikaans - "Paasfees"
    Alemão - Ostern
    Árabe - عيد الفصح (ʿĪdcrisdutividade u l-Fiṣḥ)
    Basco - Bazko
    Búlgaro Великден ('Velikden)
    Catalão - Pasqua
    Dinamarquês - Påske
    Espanhol - Pascua
    Esperanto - Pasko
    Finlandês - Pääsiäinen
    Francês - Pâques
    Friulano - Pasche
    Georgiaა- (Aghdgoma)
    Grego - Πάσχα (Páscha)
    Húngaro - Húsvét
    Inglês - Easter
    Irlandês - Cáisg
    Islandês - Paska
    Italiano - Pasqua
    Japonês - イースター (Īsutā)
    Latim - Pascha ou Festa Paschalia
    Letão - Lieldienas
    Neerlandês - Pasen
    Norueguês - Påske
    Polonês - Wielkanoc
    Português - Páscoa
    Romeno - Paşti
    Russo - Пасха (Paskha)
    Sueco - Påsk
    Turco - Paskalya
    Ucraniano - Великдень (Velykden')

Fonte: Wikipédia


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sábado, 23 de abril de 2011

Feliz Páscoa!


Feliz Páscoa para todos os seguidores, parceiros e fraquentadores
do meu Mundo de Magia...

Desejo a vocês muito chocolate e muita alegria nesta data tão especial...


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