sábado, 27 de novembro de 2010

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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

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domingo, 7 de novembro de 2010

O RELATO DO CAPITÃO EDUARDO DE CASTRO





O RELATO DO CAPITÃO EDUARDO DE CASTRO

Autor: Alessandro Reiffer


As palavras a seguir constituem a transcrição fiel do relato do capitão da marinha brasileira Eduardo Minetti de Castro, escrito minutos antes de seu falecimento em terríveis circunstâncias na pequena cidade litorânea de R..., datado de 22 de julho de 2019. Tal relato é bastante sucinto e um tanto confuso, transmitindo a opressiva sensação de ter sido realizado às pressas, sob uma atmosfera de angústia e pesadelo, em desespero e loucura, em uma tensão nervosa que acusa uma tremenda ameaça de morte iminente. Tais foram as derradeiras palavras do capitão Castro:

“Que os tempos que estamos vivendo são de horríveis e devastadores desastres ambientais, que as regiões naturais foram quase que completamente aniquiladas em todo o planeta, que estamos mergulhados em uma crise sócio-econômica infindável e de proporções catastróficas que assolam o mundo inteiro, que a miséria nunca foi tão gigantesca e irreversível, que a água potável é recurso raro no planeta, onde milhões de pessoas morrem pela falta da mesma, que uma nuvem negra de pestes e enfermidades desconhecidas exterminam populações inteiras em todos os cantos da Terra, que as perspectivas para o futuro da humanidade são as mais negras possíveis, enfim, que todas essas tragédias são hoje realidades incontestáveis, todo mundo sabe. Mas o horror inaudito que vi diante de meus olhos não pode ser real, não pode ser verdade isso que presenciei e cujos funestos resultados ainda estampam-se à minha frente. Não, não posso acreditar, meu Deus! que todas essas pessoas foram mortas por aquilo! E eu logo deverei morrer? Serei vítima daquelas coisas jamais vistas, que ninguém tem idéia do que possam ser, mas que eu, trancado em minha casa, tento desesperado decifrar e legar minhas deduções inadmissíveis aos outros humanos, para que possam enfrentar aquele horror quando ele voltar, porque ele retornará, e estou certo que trará a minha morte...

“Custei a acreditar no que vi sair do mar naquele dia fatídico, naquele dia desgraçado onde uma impiedosa fatalidade fez com que eu estivesse no litoral desta amaldiçoada cidade, em mais um dia de trabalho que tinha tudo para ser normal. Meu Deus! mas que destino é esse que se abateu sobre esta humanidade?

“Não, não, chega de lamentos e imprecações, não tenho tempo a perder. Devo relatar o que vi e tenho visto, pois meu nervosismo aumenta e mal consigo escrever. Aqueles monstros saíram das águas... Monstros! Monstros que se alimentam de seres humanos! Monstros hediondos e inacreditáveis que se alimentam de humanos! Quem vai acreditar em mim? Aquelas coisas são indestrutíveis, absolutamente indestrutíveis. Tentamos todas as alternativas, as mais potentes e modernas armas à disposição, mas tudo foi inútil. As monstruosidades vieram do oceano, não são formadas de alguma matéria conhecida, não sei do que são feitas, mas parecem radioativas... Sim, são seres nucleares, coisas que quanto mais as atacamos, mais se fortalecem e se enfurecem.

“Sei que não há lógica no que digo e que muitos rirão de mim, mas estão todos mortos. Meu Deus! lá fora estão todos mortos, parcialmente comidos pelos monstros, despedaçados, dilacerados. Os corpos fedem nas ruas, tudo é morte, não há mais nada. Agora, aquelas coisas retornaram para as águas, mas eu sei que irão voltar, irão voltar e se alastrar pelo mundo, e eu serei a primeira vítima do seu ominoso retorno. Será que há gente viva em outras casas desta cidade? Deus! Deus! se tu existes, me diz o que é isso! Que horror!

“Eu tenho minhas conjecturas, eu acho que sei o que está acontecendo, acho que sei o que são aqueles monstros, mas quem vai acreditar? Quem pode sequer imaginar que o homem chegou a esse ponto? Mas eu vi, lá estavam eles, enormes, gigantescos, pareciam ser uma mistura, algo híbrido entre humanóides e alguma espécie de peixe abissal, alguma coisa absurda que vive no fundo insondável do oceano. E eles saíram das águas e respiravam normalmente em nossa atmosfera. Tinham sede de carne e sangue, eram amarelados e disformes, irradiando uma espécie de luz esbranquiçada. Aquilo era radiação, eu sei, estou vendo ali os corpos queimados, casas chamuscadas... E o dia era tão bonito, tão ensolarado... Como pôde ocorrer tudo aquilo?

“Irão dizer que tudo isso é impossível, que sou um louco, um alucinado, que estou tendo visões... Mas o que dirão quando virem os corpos e a destruição? E quem poderá afirmar que há algo impossível, se levarmos em conta o momento absurdo que atravessa nosso planeta?

“Não, não escreverei mais, não consigo! Isso está me acabando! Eles retornaram para as águas negras do oceano, mas ressurgirão, e virão me pegar, e depois se espalharão pelo planeta. É por isso que eu... sim, tomei a decisão, vou me suicidar. Claro! por isso deixo este relato... Ainda tenho uma pistola naquela gaveta... Ela não serve para os monstros, aqueles diabos mal-cheirosos, repugnantes, fosforescentes, que deixam aquela gosma esverdeada por onde passam... E aqueles urros ensurdecedores? Não, eles não podem ser mortos, a pistola não servirá pra eles, mas servirá pra mim...

“Mas antes vou dizer o que acho, as minhas deduções... Os monstros de enormes olhos incendiados vieram do oceano, das profundezas daquelas águas contaminadas... Eu sei, eu sei, eu deverei falar... De que adianta manter segredo agora? Eles, os países ricos, se é que ainda se pode classificar de ricas aquelas nações decadentes, continuam colocando toneladas e toneladas de lixo nuclear no fundo dos mares... E fazem pior: estão testando escabrosas bombas atômicas lá nos abismos oceânicos... Horríveis explosões perversas... Estão acabando com toda a vida marinha, que horror! Não, mas a vida também está reagindo, transformando-se em coisas inaceitáveis... mutações genéticas! É isso. Seres monstruosos nutridos pela energia nuclear, modificados, fortalecidos, filhos bestiais do poder corrompido do átomo! Ninguém os deterá. Mexeram com o que não sabiam, brincaram com as energias do cosmos, desprezaram a vida, agora pagarão um alto preço. Os monstros têm fome de morte! Todos sairão do mares, eu sei, virão me pegar, virão me pegar! Ai meu Deus, não posso permitir... Não, não! A pistola... basta! A pistola... vou pegá-la...”

Até aqui o relato de Eduardo Minetti de Castro, capitão da marinha brasileira, encontrado morto em sua residência com um tiro na boca, na cidade de R... Cidade totalmente arrasada por motivos desconhecidos, com todos seus habitantes mortos, despedaçados, queimados, esmagados. A cidade cheirava mal; rastros repulsivos de uma substância esverdeada foram encontrados e analisados. A substância era radioativa. A cidade toda está contaminada com altos índices de radiação. E pegadas gigantescas foram verificadas nas praias da região. Pegadas que saíam do mar e que voltavam para ele...


Fonte: http://www.contosdeterror.com.br/lista_contos6.html
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A HISTÓRIA DO NECRONOMICON



A HISTÓRIA DO NECRONOMICON

Autor: H. P. Lovecraft.
Tradução: José Jaeger (jaegerjose@gmail.com)



O Título original era “Al-Azif”. Azif era o termo utilizado pelos árabes para designar o ruído noturno (produzido pelos insetos) que, suunha-se, era o murmúrio dos demônios. Escrito por Abdul Al Hazred, um poeta louco de Sana, fugido no Iêmen, na época dos califas Olmeias, pelo ano de 700. Visita as ruínas da Babilônia, e os subterrâneos secretos de Mênfis, e passa dez anos sozinho no grande deserto que se estende ao sul da Arábia, o Roba el-Khaliyeh, o “Espaço vital” dos antigos e o Dahna, “O deserto Rubro” dos árabes modernos. Afirma-se que este deserto é habitado por espíritos malignos e por monstros tenebrosos. Os que afirmam haver penetrado em suas regiões contam coisas estranhas e sobrenaturais. Durante os últimos anos de sua vida, Al Hazred viveu em Damasco, onde escreveu o “Necrononicon” (Al-Azif), por onde circulam terríveis e contraditórios boatos sobre a sua morte ou desaparecimento em 738. O seu biógrafo do Séc. XII, Ibn-Khalikan, conta que Al Hazred foi assassinado por um monstro invisível em pleno dia, sendo devorado na presença de um número expressivo de testemunhas aterrorizadas. Contam-se ainda muitas coisas acerca de sua loucura. Ele alegava ter visto a famosa Ilrem, a Cidade dos Pilaree, e ter encontrado, sob as ruínas de uma cidade perdida do deserto, oos anais secretos de uma raça mais antiga que a humanidade. Ele não participava da fé mulçumana, pois adorava umas desconhecidas entidades chamadas Yog-Sothoth y Cthulhu.

No ano de 950, o “Azif”, que havia circulado secretamente entre os filósofos da época, foi ocultamente traduzido pelo grego Theodorus Philetas, de Constantinopla, sob o título “Necronomicon”. Durante um século, e por arte de sua influência, ocorreram certos fatos terríveis, razão pela qual o livro foi proibido e queimado pelo patriarca Michael. Desde então, não temos mais que vagas referências ao livro, mas em 1228, Olaus Wormius encontrou uma tradução para o latim que foi impressa duas vezes, sendo uma no Séc. XV, em letras negras (com toda segurança na Alemanha) e outra no Séc. XVII (provavelmente na Espanha). Estas traduções não trazem qualquer esclarecimento, de tal forma que somente pela tipografia é que se supõe a data e o local de impressão. A obra, tanto em sua versão grega quanto na latina, foi proibida em 1232 pelo Papa Gregório IX, pouco depois que a tradução latina havia se convertido em um poderoso foco de atenção. A edição árabe original se perdeu na época de Wormius, conforme foi dito no prefácio (há vagas alusões sobre a existência de uma cópia secreta encontrada em São Francisco, no início do século, mas que desapareceu no grande incêndio). Não há rastro da versão grega, impressa na Itália, entre 1500 e 1550, depois do incêndio ocorrido na biblioteca de uma certa personagem de Salem, em 1692. Igualmente, existia uma tradução do doutor Dee, jamais impressa, baseada no manuscrito original. Os textos latinos ainda subsistem; um, (do Séc. XV) está guardado no Museu Britânico; outro (do Séc. XVII), se acha na Biblioteca Nacional de Paris. Uma edição do Séc. XVII encontra-se acautelada na biblioteca de Wiedener de Harvard e outra na Biblioteca da Universidade de Miskatonic, en Arkham; há mais uma na biblioteca da Universidade de Buenos Aires. É possível que existam outras cópias mantidas em segredo; há rumores persistentes de que uma cópia do Séc. XV foi parar na coleção de um célebre milionário americano. Outro rumor assegura que uma cópia do texto grego do Séc. XVI é propriedade da família Pickman de Salem, mas é quase certo que esta cópia desapareceu, ao mesmo tempo que o artista R. U. Pickman, em 1926. A obra está veementemente proibida pelas autoridades e por todas as organizações legais inglesas. Sua leitura pode atrair conseqüências nefastas. Acredita-se que R. W. Chambers se baseou neste livro em sua obra “O rei amarelo.”

Cronologia:

Al-Azif é escrito em Damasco en el 730, por Abdul Al-Hazred.

Traducão grega com o l título de Necronomicón, por Theodorus Philetas, em 950.

O patriarca Michael o proíbe no ano de 1050 (texto grego). O árabe se perdera.

Em 1228, Olaus traduz o l texto grego para o latim.

As edições latina e grega são destruídas por Gregório IX em 1232.

Em 14... (?), aparece una edição em caracteres góticos na Alemanha.

Em 15... (?), o texto grego é impresso na Itália.

Em 16... (?), aparece a tradução espanhola do texto latino.


Fonte: http://www.contosdeterror.com.br/lista_contos6.html
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