Amadíssimos, é necessário que conheçamos a fundo a Lei do Três. É urgente saber qual é o lugar que ocupamos neste raio maravilhoso da criação. O Filho veio ao mundo para nos salvar e é necessário saber o que é o Pai, o que é o Filho, e o que é Espírito Santo. Todas as Trimurtis sagradas de todas as religiões correspondem às três forças primárias do universo. O Pai, o Filho, e o Espírito Santo constituem uma Trindade dentro da Unidade da vida. Ísis, Osíris e Hórus, Brahma, Vishnu e Shiva, etc., são as Trimurtis sagradas que representam sempre as mesmas três forças primárias. Todos os fenômenos cósmicos, toda criação, têm sua base nas três forças pimárias. Os cientistas contemporâneos reconhecem a força e a resistência, a força positiva e a força negativa, as células positivas e negativas, isto é, as células masculinas e femininas, etc., porém, ignoram que sem uma terceira força neutra é impossível todo fenômeno, toda criação. É certo e de toda verdade que uma ou duas forças não podem produzir nenhum fenômeno, porém os cientistas crêem que as forças positiva e negativa podem produzir todos os fenômenos. Se estudarmos a nós mesmos profundamente, poderemos descobrir as três frças em ação. A eletricidade não só é positiva e negativa. Existe a eletricidade em sua forma neutra. Uma ou duas forças não podem jamais produzir nenhum fenômeno e cada vez que observamos a detenção no desenvolvimento de qualquer coisa, podemos dizer com absoluta certeza que ali falta a terceira força. ========================================================== LATIM:
A contrario sensu Em sentido contrário. Argumento de interpretação que considera válido ou permitido o contrário do que tiver sido proibido ou limitado. A digito cognoscitur leo Pelo dedo se conhece o leão. A facto ad jus non datur consequentia Não se dá conseqüência do fato para o direito. De auditu Por ouvir dizer. De cujus O falecido, geralmente empregado como a pessoa inventariada. De cujus succssione agitur Aquele de cuja sucessão se trata. De jure De direito. De jure constituendo Pelo direito ainda não vigente. De jure constituto Pelo direito vigente. De jure sacro Do direito sagrado. In censura Em censura. In concreto Em concreto. In continenti (= ex intervallo) No início do contrato, imediatamente. In contione Publicamente. In diem Para um dia não determinado. In dubio, contra fiscum Na dúvida, contra o fisco. In dubio pro matrimonio Na dúvida, pelo matrimônio. In dubio pro operatio Em caso de dúvida, deve-se beneficiar o empregado
Desejo voraz, que consome a alma... Em beijos sangrentos consuma-se então, Infernal fixação que incendeia o corpo Incontidos gemidos saem da garganta... Violenta paixão, sangrando volúpia, Incêndio Dantesco que parece não ter fim Corpos entrelaçados em frenesi desesperado, Muito mais do que simples querer... Maldita demência que corrói as entranhas, Muito além do prazer, pacto diabólico... De instintos primitivos, feras incontroladas, Selvagens e profanas, na fúria carnal... Rompendo as barreiras do indescritível, Loucura infinita, que supera a paixão, Alucinadamente se realiza outra e outra vez... Assim é o amor dos Imortais!
O frio toma conta do ambiente E do coração, E a sensação geral É mesmo glacial, A alma gelada, escondida na escuridão, Dentro de um corpo gélido, de humor sombrio... O gelo.... O frio.... É o deserto gelado que vem, Invadindo o espaço de um corpo, que nada tem, É o deserto de gelo que vem, Invadindo um coração que nada tem, Sentimentos congelados, isso é tudo o que resta... Nessa alma de gelo, a neve é uma festa... E a solidão é a companhia que a vida lhe empresta!
Dizem que eles perambulam pela noite, silenciosos e invisíveis aos olhos humanos. Criaturas perdidas num tempo e num espaço que não são os seus. Durante o dia dormem, escondidos em cavernas, seus hábitos e suas atividades são restritos para não serem vistos por ninguém. Então vagam pela noite, estranhos seres que são. seus olhos brilhantes destacam-se na escuridão, algum dia já se ouviu falar, com certeza, de pequenos pontos luminosos, vistos pelas matas, nas noites claras e estreladas; quem já viu, há de pensar que seja alguma assombração. Mas não, são eles, de uma tribo perdida no espaço e no tempo um povo inteiro que usa a noite como seu refúgio, e é à noite que caçam e se alimentam, fazem planos, amam. Belas criaturas que até parecem humanas, ágeis e esguias, belíssimos cabelos, feições de formosos traços. Porém, os olhos, ah, os olhos! Grandes e levemente puxados, geralmente bem claros e, quem chegar bem perto, há de dizer que não seria outra coisa, senão olhos de gato!
Uma suave brisa acaricia meus cabelos Parada, fico divagando em tolos pensamentos Sonhando acordada, utilizo-me do especial poder As imagens vão então fluindo na mente Juntando, em série, passado e presente... Dessa forma é possível a tudo prever E construindo o futuro, rigorosamente a tecer Os delicados fios do destino, resultado da mescla De todo o ocorrido, com o que ora está a ocorrer... Repentinamente, saio desse devaneio E encaro a realidade, que desse sonho sobreveio Minha obra foi cuidadosamente concluída, E minha vida, daqui para a frente, Eternamente protegida!