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  • sexta-feira, 31 de agosto de 2012

    RESULTADO DA SELETIVA CLUBE DAS BRUXAS


    http://seletivaclubedasbruxas.blogspot.com.br/

    RESULTADO DA SELETIVA CLUBE DAS BRUXAS

    Organizador: Carlos Alberto Nardi

    Capa: Eddy Khaos



    Convidados:
     

    ÁTILA SIQUEIRA
    CARLA CURCI
    CARLOS VANILLA
    EDDY KHAOS
    FERNANDO CATELAN
    HELENA BARBAGELATA
    MÁRSON ALQUATI
    NEWTON DE SOUZA NAZARETH
    PEDRO LEITE JÚNIOR
    SILVIA DE LOURDES ARAÚJO MOTTA


    Selecionados:

    ALBERTO ARECCHI
    ANNACLARA F.R. BALTAR
    ANTONIO CÉZAR DE SOUZA
    ARAI TEREZINHA
    AUGUSTO FELIPE DA SILVA
    DANILO SOUZA PELLOSO
    FRANCISCA VÂNIA R. NOBREGA
    GIORDANA MARIA BONIFÁCIO MEDEIROS
    JACKSON PEDROSA FRANCO
    JAIR LEMOS
    JOSÉ ADELMO BARBOZA GONÇALVES
    LENON SILVA ALVES
    MARIA APARECIDA COQUEMALA
    MARIANGELA PADILHA
    NARJARA P. OLIVEIRA
    NATALIA PEREIRA DE OLIVEIRA
    PEDRO FRANCO
    RAQUEL TERESINHA PAGNO
    ROSA MARIA MARQUES NUNES
    SONIA REGINA ROCHA RODRIGUES
    WALDIR CAPUCCI


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    sábado, 7 de janeiro de 2012

    Tratado Secreto de Magia - Volume 2 - Onde Comprar


    Tratado Secreto de Magia - Volume 2 - Andross Editora

    "As páginas encantadas deste tratado levarão você a um universo místico, onde segredos são a chave para o equilíbrio da magia. Cada um dos arautos que narram histórias aqui foi imbuído de conhecimentos mágicos e alquímicos para revelar somente a você aquilo que aprenderam durante séculos. Mas responda sinceramente: você sabe guardar segredo?"

    Organização: Chico Anes & Ricardo Ragazzo

    Clique no link abaixo para adquirir o livro, agora mesmo:


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    sábado, 10 de dezembro de 2011

    Como Adquirir o Tratado Secreto de Magia - Volume 2 - Autografado


    "As páginas encantadas deste tratado levarão você a um universo místico, onde segredos são a chave para o equilíbrio da magia. Cada um dos arautos que narram histórias aqui foi imbuído de conhecimentos mágicos e alquímicos para revelar somente a você aquilo que aprenderam durante séculos. Mas responda sinceramente: você sabe guardar segredo?"

    Organização: Chico Anes & Ricardo Ragazzo

    Muito obrigada aos organizadores Ricardo Ragazzo e
    Chico Anes, à Andross Editora e ao Edson Rossatto
    por acreditarem em mim e no meu conto:
    A Ceifadora do Inferno.

    Andross Editora
    http://www.andross.com.br/

    Atenção: Quem quiser adquirir um exemplar do
    Tratado Secreto de Magia - Volume 2 autografado, é só mandar msg -
    faço as remessas via Sedex a cobrar, ok?









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    domingo, 6 de novembro de 2011

    Tratado Secreto de Magia - Volume 2


    Primeiros contos selecionados para a antologia Tratado Secreto de Magia - Volume 2:

    1) Ariel Paiva - Empire State
    2) Carla Witch Princess - A ceifadora do Inferno
    3) L.E. Haubert - Inferno!
    4) Luiz Carlos Dias - Era uma Vez... FRED, O RICO! (Sugeri novo título)
    5) Luiz Carlos Dias - Agatha e o Exército de Ervilhas Mutantes
    6) Merari Tavares - Vampirismo
    7) Ramon de Souza - Amores, relógios e contratos malditos
    8) Ramon de Souza - O Sigil das Memórias (Ocupando uma cota e meia e já aceito)
    9) Rodolfo Santos - O Trono de Pétalas
    10) Rodolfo Santos - Contra as Regras da Existência
    11) Rodolfo Santos - O Caldeirão de Oberon
    12) Victor Vargas - A Mesa Sombria
    13) Lhaisa Andria - Cronicas de Almakia - Dragão de Fogo
    14) Lucas Arienti - A Qualquer Custo
    15) Nicole Siebel - Lobo na Praça
    16) Paula Vendramini - O Escolhido
    17) Raquel Pagno - O Grande Livro de Feitiços
    18) Taiane Gonçalves Dias - O Feitiço Perfeito

    Data de lançamento do livro: 26 de novembro de 2011
     
    Muito obrigada aos organizadores Ricardo Ragazzo e 
    Chico Anes, à Andross Editora e ao Edson Rossatto 
    por acreditarem em mim e no meu conto:  
    A Ceifadora do Inferno.


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    sexta-feira, 12 de agosto de 2011

    Book Trailer: Sociedade das Sombras – Contos Sobrenaturais


    É uma antologia que reúne autores que participaram do programa da rádio Digital Rio e/ou se tornaram parceiros do blog Contos Sobrenaturais. Composta por contos dos mais variados, a antologia manterá a ideia do programa, que busca as mais variadas histórias sobre seres lendários ou não, onde o fã de literatura fantástica e sobrenatural pode encontrar histórias e estilos dos mais diversos. Mantendo o foco nos mundos ocultos nas sombras, essa antologia trará em especial, histórias fantásticas onde o segredo da existência de seres sobrenaturais é guardado a sete chaves.

    • Autores:

    organização  
    Anny Lucard

    prefácio
    Giulia Moon
    • Adriana "Strix"
    • Adriano Siqueira
    • Alícia Azevedo   
    • Bruno Pereira   
    • Carla Ribeiro   
    • Celly Borges   
    • Fábio Ventura   
    • Gabriel Burani   
    • Karlo Campos   
    • Kane Ryu               
    • Louise Duarte   
    • Nazarethe Fonseca    
    • Paulo Soriano    
    • Vivianne Fair






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    quinta-feira, 11 de agosto de 2011

    Book Trailer: Anjo Negro - Mallerey Cálgara

    Até onde você iria para salvar a pessoa que você ama?
    Até que ponto se sacrificaria e tudo pelo qual você lutou e acreditou?
    Para muitos, quando tudo parecia ser o fim, para Darian foi apenas o início.
    Filho de um Anjo que se apaixonou e se envolveu com um humano,
    e após ser transformada em mortal, comete suicídio.
    Com a passagem livre entre os dois mundos, Darian recebe uma proposta do Arcanjo Miguel de recolher dez mil almas que querem ser salvas e colocá-las em uma caixa angelical. Ele vê nesta proposta um meio de amenizar o sofrimento de sua mãe
    que se encontra no vale dos suicidas.
    Contando com a ajuda de seu Anjo da guarda, Hadji, ele parte em uma jornada de aprendizagem, mas com grandes conflitos e indecisões. Porém, não só apenas os Anjos do bem o observavam, e uma nova proposta de maior peso,
    lhe foi feita, por Iblis, o senhor dos infernos:
    “-... Apenas dez mil almas simples, comuns, por uma especial, uma troca justa.”
    Cabendo somente a ele, tomar a decisão de não lhe entregar a caixa ou,
    de salvar sua mãe e tornar-se um Anjo Negro.

    Blog da autora:


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    Book Trailer: O Príncipe Gato - Bento de Luca




    Aravés de um Buraco de Minhoca — túnel dimensional que interliga dois mundos — localizado no Parque do Trianon, São Paulo, surge um viajante felino movido por uma única e importantíssima missão: a busca por uma lendária ampulheta. Escondida em algum local inóspito da cidade, a relíquia é a única capaz de salvar Marshmallow, terra do Príncipe Gato, que está à beira da destruição. No entanto, parece que ele não foi o único a atravessar o portal. Seres malignos irromperam das barreiras e logo declararam uma caçada voraz, com objetivos mais sombrios...
     
     Além de seus perseguidores, o Gato luta contra seu maior inimigo: o Tempo. É preciso encontrar este objeto antes que seja tarde e seu mundo esteja para sempre perdido. Contudo, ele não estará sozinho nesta empreitada e poderá contar com a ajuda de seus fiéis companheiros.
     
     Fascinante, angustiante e até mesmo engraçada, a história retrata os mistérios jamais desvendados da cidade paulistana, com um toque de magia e esperança.

    Site do autor:


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    segunda-feira, 8 de agosto de 2011

    Ocultismo


    Ocultismo é um conjunto de teorias e práticas cujo objetivo seria desvendar os segredos da natureza, do Universo e da própria Humanidade. O ocultismo trata de um tipo de conhecimento que está além da esfera do conhecimento empírico, o que é sobrenatural e secreto. Não é aceito pela comunidade científica por não compartilhar de suas metodologias. O ocultismo está relacionado aos fenômenos sobrenaturais. Ou seja, são conjecturas metafísicas, e teológicas, algumas das quais oriundas de povos da Antigüidade Clássica.

    O ocultismo está relacionado aos fenômenos sobrenaturais. Ocultismo é um conjunto vasto, um corpo de doutrinas proveniente de uma tradição primordial que se encontraria na origem de todas as religiões e de todas as filosofias, mesmo as que, aparentemente, dele parecem afastar-se ou contradizê-lo.
    O Homem aqui retratado seria um completo e arquetípico, composto não apenas de corpo, mas também de emoção, razão e alma (como divide a cabala).
    Segundo algumas tradições monoteístas e ocultistas, as religiões do mundo teriam sido inspiradas por uma única fonte sobrenatural. Portanto, ao estudar essa fonte chegar-se-ía à religião original. Outras tradições de orientação panteísta acreditam em milhares de fontes em razão de seus vários deuses. O hinduísmo, o xintoísmo e o candomblé são alguns exemplos.
    Muitas vezes um ocultista é referenciado como um mago. Alguns acreditam que estes antigos Magos já conheciam a maior parte das descobertas da ciência contemporânea e até além delas, tornando estas descobertas meros achados.

    Nas ciências ocultas, a palavra oculto refere-se a um "conhecimento não revelado" ou "conhecimento secreto", em oposição ao "conhecimento ortodoxo" ou que é associado à ciência convencional. Para as pessoas que seguem aprofundando seus estudos pessoais de filosofia ocultista, o conhecimento oculto é algo comum e compreensivel em seus símbolos, significados e significantes. Este mesmo conhecimento "não revelado" ou "oculto" é assim designado, por estar em desuso ou permanecer nas raízes das culturas.
    Originalmente no século XIX era usado por ter sido uma tradição que teria se mantido oculta à perseguição da Igreja, e da sociedade e por isso mesmo não pode ser percebido pela maioria das pessoas.
    Mesmo que muitos dos símbolos do ocultismo, estejam sendo utilizados normalmente e façam parte da linguagem verbal ou escrita), permanecem assim, ocultos o seu significado e seu verdadeiro sentido. Desta maneira, tudo aquilo que se chama de "ocultismo" seria uma sabedoria intocada, que poucas pessoas chegam a tomar conhecimento, pois está além da visão objetiva da maioria, ou de seu interesse. O ocultismo sempre foi concebido desde o início, como um saber acessível apenas a pessoas iniciadas (ou seja, para aquelas que passaram por uma "iniciação"; uma inserção num grupo separado do comum e do popular; ou mesmo uma espécie de batismo, onde as pessoas seriam escolhidas, então guiadas e orientadas a iniciar numa nova forma de compreender e pensar o que já se conhece, transcendendo-o).
    A percepção do oculto consiste, não em acessar fatos concretos e mensuráveis, mas trabalhar com a mente e o espírito. Refere-se ao treinamento mental, psicológico e espiritual que permite o despertar de faculdades ocultas.

    O ocultismo teria suas origens em tradições antigas, particularmente o hermetismo no antigo Egito, e envolve aspectos como magia, alquimia, e cabala.
    O ocultismo tem relação com o misticismo e o esoterismo e tem influências das religiões e das filosofias orientais (principalmente Yoga, Hinduísmo, Budismo, e Taoísmo).

    As raízes mais antigas conhecidas do ocultismo são os mistérios do antigo Egito, relacionados com o deus Hermes ou Thoth. Essa parte do ocultismo ou doutrina é tratada no Hermetismo.
    Na Idade Média, principalmente na Península Ibérica devido a presença de muçulmanos e judeus, floresceu a alquimia, ciência relacionada com a manipulação dos metais, que segundo alguns, seria na verdade uma metáfora para um processo mágico de desenvolvimento espiritual. Tanto a alquimia quanto o ocultismo receberam influência da cabala judaica, um movimento místico e esotérico pertencente ao judaísmo.
    Alguns destes ocultistas medievais acabaram sendo mortos na fogueira pela Inquisição da Igreja Católica, acusados de serem bruxos e terem feito pacto com o diabo. Mas existem trabalhos relacionados à cabala durante toda Idade Média. E de alquimia na Baixa Idade Média.
    O ocultismo ressurgiu no século XIX com os trabalhos de Eliphas Levi, Helena Petrovna Blavatsky, Papus e outros.
    A partir do século XX, a Teosofia Brasileira também tem difundido este conhecimento metafísico e iniciático.
     
    O ocultismo moderno, cujo ressurgimento deu-se principalmente ao final do século XIX, teve sua parte teórica sistematizada por Helena Petrovna Blavatsky, no que ficou conhecido como Teosofia. Além dela, também são importantes na definição do moderno ocultismo Eliphas Levi, S. L. MacGregor Mathers, William Wynn Westcott, Papus, Aleister Crowley, Anton Szandor LaVey, entre outros.
    Eliphas Levi divide as preferência de alguns com Papus como o maior ocultista do século XIX, tendo ambos sistematizado boa parte do que hoje conhecemos como ocultismo prático moderno.
    Também devemos lembrar a importância de S. L. MacGregor Mathers e da Ordem Hermética do Amanhecer Dourado ("Hermetic Order of the Golden Dawn"), responsáveis em parte pelo ressurgimento da magia ritualística, e que influenciaram fortemente a maioria dos mais conhecidos e importantes magos e ocultistas do século XX.
    Já no século XX destaca-se enormemente a figura de Aleister Crowley, que desenvolveu um sistema mágico, conhecido como Thelema, que deu origem e influenciou diversas escolas mágicas, também escreveu uma extensa gama de livros que figuram entre as preferências de ocultistas modernos.
    Não podemos esquecer também a contribuição do não tão famoso Franz Bardon com seus poucos, mas valiosos, livros.
    No Brasil, um dos principais expoentes dos estudos ocultistas, Henrique José de Souza, nasceu em Salvador, em 1883, e participou de uma série de movimentos, desde a fundação de lojas maçônicas a correntes espiritualistas como Dhâranâ, que mais tarde viria a se chamar Sociedade Brasileira de Eubiose. O Professor Henrique, como é chamado pelos membros de diversas correntes da teosofia brasileira, deixou um legado de centenas de "cartas-revelações", contendo material de cunho profundamente ocultista.

    Atualmente, as tradições relacionadas com o ocultismo são mantidas por diversas sociedades e fraternidades secretas ou abertas, cuja admissão ocorre por meio de uma iniciação, que é um ritual de aceitação. Esse ritual tem como fundamento uma suposta nova vida que a pessoa deverá alcançar com a iniciação, ela morre simbolicamente e renasce para a vida que passará a ter.





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    sábado, 6 de agosto de 2011

    Receitas:Especiarias Afrodisíacas


    Açafrão

    O açafrão é um ingrediente muito usado em pratos afrodisíacos. Não se sabe qual dos seus componentes é responsável por sua característica famosa. Diz-se que o açafrão torna as zonas erógenas mais sensíveis.

    Aipo

    O aipo contém as vitaminas A, B, C, P e minerais. É excelente para os músculos e ajuda a liquefacção do sangue; também serve para reduzir o nível de colesterol e ajuda a manter as artérias limpas. Os antigos Romanos dedicavam o aipo ao deus Plutão, deus do sexo e do inferno

    Almíscar

    Se trata de uma substância escura de odor muito activo, extraída de uma glândula sito sob a pele do abdome dos cervos jovens que vivem no sudeste asiático. A respeito das suas origens não certamente apetitosas, é considerada uma panacéia para tratar epilepsia, coqueluche, febre tifóide e pulmonite. Além disso, é apreciada pelas suas virtudes afrodisíacas. É reduzido em pó e parcimoniosamente espalhado sobre a comida (causa vertigens se usado em excesso). 
     
    Baunilha

    Os Aztecas a usavam para dar sabor ao chocolate. Seu nome sugestivo já faz parte do seu conceito afrodisíaco. Baunilha provém do espanhol "vainila", um diminutivo de "vaina" que quer dizer vagina.
    A baunilha actua tanto pelo seu cheiro como pelo seu sabor. É importante usar o produto natural. A forma sintética é bem mais barata, mas menos eficaz.
    É muito utilizada em óleos e loções corporais. Possui um cheiro adocicado que inspira ao romantismo.

    Possui efeitos eufóricos e pode ser consumida a vontade. Combate a astenia sexual, agindo no sistema nervoso central e, por meio do seu odor, age indirectamente como estimulante sexual

    Cravo

    A cultura do cravo como afrodisíaco iniciou-se na China e depois se disseminou na Europa. Dizia-se que além de aumentar o desejo sexual ele melhorava a digestão. Um naturista sueco escreveu que, para um homem recobrar sua "capacidade" e desejar sua mulher, uma mistura de leite com cravos lhe ajudaria.

    Além disso, é muito eficaz para combater o cansaço mental, como também a perda de memória. 

    Coentro

    As suas sementes secas têm efeitos eufóricos, especialmente nas mulheres. É utilizado em infusões com vinho. Todavia se recomenda aos homens para não abusarem desta substância, pois neles, pode causar efeitos opostos. 

     Gengibre

    Por toda a Ásia, da China à Turquia, o gengibre tem uma reputação sólida de ser um forte afrodisíaco.

    Dizem que Madame du Barry, uma cortesã francesa do século XVIII, misturava gemas de ovos e gengibre para induzir seus amantes. Ela era a favorita de Luís XV.

    O gengibre é conhecido há mais de três mil anos, dilata os vasos sanguíneos, facilitando a circulação, pelo que o seu consumo é particularmente aconselhado aos homens. Mas cuidado com os exageros nas quantidades utilizadas

    Jasmim

    Essa deliciosa flor é cultivada no mundo inteiro, mas é principalmente o jasmim espanhol a ser utilizado para aromatizar licores. Atenção: as sementes de jasmim são venenosas. 

    Ginger

    É utilizado em bebidas destinadas a despertar a sensibilidade. Ingerido com moderação, causa ímpeto salutar; em dose excessiva, irrita o intestino. 

    Mostarda

    Estimula a acção das glândulas sexuais. Existem três qualidades de mostarda: preta, branca e amarela, proveniente da Índia. A mostarda conheceu um notável sucesso na Idade Média. 

    Noz-moscada

    Os Hindus, Árabes, Gregos e Romanos faziam uso da noz-moscada em pequenas quantidades para obter efeitos afrodisíacos. No oriente era mais apreciado pelas mulheres. No entanto, se consumido em grandes doses os efeitos colaterais podem ser graves além de não causar o efeito desejado.

    "O Jardim Perfumado", clássico árabe do século XVI sobre o amor, aconselhava os amantes a mastigarem uma pequena pimenta e a colocar uma determinada quantidade sobre a cabeça do parceiro antes de fazerem amor.

    Orégano

    Em infusão é um bom agente excitante. 

    Pimenta
    A reputação da pimenta como afrodisíaco vem das antiguidades, quando era usada pelos Egípcios, Gregos e Romanos. Misturada a outros ingredientes foi utilizada pelos Egípcios como uma espécie de unguento para esfregar na genitália masculina e prolongar o acto sexual. Além disso, o termo "picante" é muito usado para descrever algo sexualmente excitante.

    Pimenta de Cayenna

    Contém uma grande quantidade de vitamina C. É também um agente excitante que estimula a circulação.  O pequeno chili vermelho ou verde mexicano, possui as mesmas qualidades. 

    Rábano

    Sua polpa tem propriedade afrodisíaca. 

    Tomilho

    Erva que fornece óleo de poder anti-séptico. Da mesma erva igualmente se obtêm um tónico nervoso com efeitos afrodisíacos. É ainda um bom purificador para o corpo.  


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    terça-feira, 2 de agosto de 2011

    Divindade - Deuses

    O conceito de divindade assumiu, ao longo dos séculos, várias concepções, evoluindo desde as formas mais primitivas provenientes das tribos da antiguidade até as dogmáticas definições das religiões.

    Índice


    • Conceito

    Divindade é um ser sobrenatural, usualmente com poderes significantes, cultuado, tido como santo, divino ou sagrado, e/ou respeitado por seres humanos. Normalmente as divindades são superiores aos seres humanos e à natureza.
    Divindades assumem uma variedade de formas, mas são freqüentemente antropomorfas ou zoomorfas. Uma divindade pode ser masculina, feminina, hermafrodita ou neutra, mas é usualmente imortal.
    Por vezes, as divindades são identificadas com elementos ou fenômenos da natureza, virtudes ou vícios humanos ou ainda atividades inerentes aos seres humanos.
    Assume-se que uma divindade tenha personalidade e consciência, intelecto, desejos e emoções, num sentido bastante humano desses termos. Além disso, é usual que uma determinada divindade presida sobre aspectos do cotidiano do homem, como o nascimento, a morte, o tempo, o destino etc. A algumas divindades é atribuída a função de dar à humanidade leis civis e morais, assim como serem os juízes do valor e comportamento humano.
    É também comum atribuir às divindades, ou a interações entre elas, a criação do universo e sua futura destruição.

    • Visão histórica

    Historicamente, não é possível definir qual foi a primeira tribo a manifestar uma idéia de divindade. As primeiras dessas concepções teriam surgido nos períodos Paleolítico e Neolítico, e teriam sido manifestadas pelo sentimento humano de um vínculo com a Terra e com a Natureza, os ciclos e a fertilidade.[1] Contudo, os escritos mais antigos até hoje encontrados referem-se às concepções vindas das religiões suméria, védica e egípcia, as quais surgiram por volta de 3600 a.C..
    No intuito de criar explicações para a existência dos elementos e dos seres da natureza, bem como para conhecer o sentido dos fenômenos naturais (a tempestade, o vento, o dia e a noite, as estações, etc.), os povos e tribos da antiguidade conceberam diversas divindades que, no mais das vezes, passaram a ter sentimentos e emoções idênticas às dos humanos. Daí derivaram os rituais, cerimônias e sacrifícios, que tinham como objetivo agradecer as benesses enviadas por essas divindades ou aplacar sua ira, que castigava a humanidade com alguma calamidade.

    • Cronologia


    • 300.000 – primeira (questionada) evidência de uma cerimônia de enterro de mortos. Num sítio arqueológico como o de Atapuerca na Espanha, formam encontrados ossos de 32 indivíduos no buraco de uma caverna.[2]
    • 130.000 – Evidência de uma cerimônia de enterro. Neanderthals enterravam os mortos em sítios como os de Krapina na Croácia.[2]
    • 100.000 – O mais antigo ritual de enterro de seres humanos modernos é considerado como originário de Qafzeh em Israel. Há duas cerimônias do que se supõe serem uma mãe e uma criança. Os ossos foram manchados com ocre vermelho.[3][4]
    • 100.000 a 50.000 – Aumento do uso do ocre vermelho em vários sítios arqueológicos da Idade da Pedra. O ocre vermelho é considerado de grande importância nos rituais.
    • 70.000 – traços de culto a cobras descobertos em Ngamiland, região da Botswana.[5]
    • 50.000 – Humanos evoluem em gestos associados com o comportamento do homem moderno. Muito desta evidência tem origem na Idade da Pedra Tardia em sítios africanos. Este comportamento denominado de moderno abrange habilidades com a língua, o pensamento abstrato, simbolismo e religião.[4]
    • 42.000 – cerimônia de rituais de humanos no Lago Mungo (Austrália). O corpo aparece respingado por grande quantidade de ocre vermelho. Isso é considerado como uma evidência de que o povo australiano importou os rituais que eram praticados na África.E ai se criaram as deliciosas abóboras.
    • 40.000 – início do Paleolítico Superior na Europa. Há uma abundância de fósseis incluindo cerimônias elaboradas de enterro de mortos; registro arqueológicos das chamadas vênus paleolíticas e arte rupestre. As estatuetas de Vênus são consideradas deusas da fertilidade. As pinturas de caverna em Chauvet e Lascaux são consideradas representativas da manifestação de um pensamento religioso.
    • 30.000 – O mais recente registro da cerimônia de enterro de um shaman (pajé ou sacerdote).[6]
    • 11.000 – início da Revolução Neolítica.

    • Visão contemporânea

    Atualmente, muitos intelectuais questionam e especulam sobre o próprio conceito de Divindade, como também diversas investigações históricas e arqueológicas tentam desvendar os acontecimentos e circunstâncias em que os homens primitivos criaram os primeiros conceitos religiosos.

    • A visão oriental


    No Oriente a partir dos séculos VII e VI aC., surgiram sistemas filosóficos (budismo, taoismo, confucionismo, que não veneram divindades, mas se baseiam em conceitos não-teísticos, os quais chegaram aos nossos dias, com centenas de milhões de adeptos espalhados por vários países dos mundo.
    No Extremo Oriente (China, Japão e Índia) foram desenvolvidos complexos conceitos filosóficos não-teísticos, os quais, ao longo do tempo, tem se mesclado com as tradições de primitivas religiões politeístas, que sempre ali existiram e que estavam profundamente enraizadas no espírito do povo.

    • Xintoísmo – É uma religião nativa do Japão. Envolve a adoração dos Kami, que representam deuses, ou os espíritos da natureza, ou ainda, simplesmente uma presença espiritual. O tema principal e mais importante na religião Xintoísta é um grande amor e reverência pela natureza. Assim, a Lua, uma Cachoeira ou uma Rocha podem ser observados como um Kami. Os Kamis não são divindades transcendentes, mas sim seres divinos que estão próximos a nós, que habitam o mesmo mundo que nós, cometem os mesmos erros que nós, e têm sentimentos e pensamentos semelhantes aos nossos. Uma pessoa que morre pode automaticamente ser transformado em Kami, não importando o tipo de vida que ela tenha levado. Os Kamis podem ser bons ou maus. O Xintoísmo é uma coleção de rituais e métodos que regulam as relações entre os seres humanos e as divindades (Kami). A vida após a morte não é uma preocupação primária para os xintoístas, pois uma ênfase maior é colocada em encontrar a felicidade na vida nesse mundo.
    • Taoísmo – É uma filosofia não-teística criada por Lao-Tsé, que expôs seus pensamentos no livro: Tao Te Ching. O conceito Deus, conforme é conhecido na tradição ocidental, não existe nesta filosofia. Tudo o que existe é o Tao, que significa “O Caminho”. Tao é um conceito que transcende as dimensões espaço-tempo e, portanto, não pode ser compreendido pela limitada mente humana. Constitue a essência do universo, a realidade última e indefinível, e é através do Tao – termo e meio eterno da evolução – que passam todas as coisas. Tudo é cíclico, pois Tao é a energia que flui através de toda a vida. De Tao deriva-se Yin e Yang – o número dois, que representa a natureza dual de todas as coisas (bom-ruim, vida-morte, dia-noite, claro-escuro, felicidade-tristeza, saúde-doença). De Yin e Yang nasce implicitamente o três (Céu, Terra e Humanidade) e, finalmente, por extensão, se produz a totalidade do mundo na forma como o vemos e conhecemos.
    • Budismo – Criado por Siddhartha Gautama, o Buda ou o Iluminado, é geralmente visto como uma religião não-teística, embora pregue a existência de deuses – os devas – que são criaturas que gozam de grande felicidade em seus mundos celestiais. Contudo, esses seres, não são eternos e estão sujeitos à morte e a eventuais renascimentos como seres inferiores, amarrados a um determinado aspecto da natureza, no qual terão que incondicionalmente trabalhar. A existência do homem é passageira e cíclica – o Samsara (conjunto dos ciclos de nascimento e morte). O homem somente estará livre desse “Ciclo de Renascimentos” quando eliminar definitivamente seu auto-apreço atingindo a libertação ou Nirvana. Para os budistas somente os seres-humanos podem atingir o nirvana ou a iluminação, os deuses por desconhecerem o sofrimento são incapazes de gerar renúncia ou compaixão. O ser Iluminado confunde-se então com a Mente Universal. Diversos Tantras budistas declaram sobre esse Ser Iluminado: “Eu sou o Núcleo de todas as coisas que existe. Eu sou a Semente de todas as coisas que existe. Eu sou a Causa de todas as coisas que existe. Eu sou a Raiz da Existência”.


    • Confucionismo - Sistema filosófico, religioso e ético desenvolvido a partir dos ensinamentos de Confúcio. O objetivo principal dessa filosofia consiste - não em subjugar as pessoas a um Ser Superior (Deus) - mas sim, através de Ritos, trabalhar no interior delas, a fim de moldar seu comportamento e dar auto-controle sobre seus desejos. Nesse sentido, todos reconhecerão sua posição relativa diante de seus semelhantes, identificando a cada instante quem é o mais jovem e quem é o mais sábio, quem é o visitante e quem é o dono da casa, e assim por diante; e atingirão o conhecimento sobre sua obrigação entre os outros e sobre o que esperar deles. Há obrigações específicas prescritas para todos os participantes em todas as ramificações do relacionamento humano. "Não faça aos outros, aquilo que voce não quer que eles façam a você", é a máxima chinesa conhecida como Regra de Ouro do Confucionismo. A solidariedade e a educação são os grandes ideais buscados por essa filosofia, e em Confúcio está o maior exemplo dessas virtudes.
    • Deusa Mãe - Precedido por cerimônias de cultos aos mortos (300 mil a.C.), data de 30 mil anos a.C. o primeiro registro humano de um sentimento de culto e de religião a uma divindade feminina;[1] segundo alguns autores, o vínculo com a Terra, a Natureza, a fertilidade e os ciclos teria formado o primeiro sentimento humano de divindade e o mito do útero de uma Deusa mãe ou Mãe Cósmica. Inicialmente cultuada na Índia, como Kali, a Mãe Informe, recebeu depois o nome de Tiamat (Babilônia), Temut (Egito), Nu Kua (China), Têmis (Grécia pré-helênica) e Tehom (Síria e Canaã) ou Abismo (Bíblia). Esta concepção teve origem na experiência do nascimento humano, que consistia na única origem possível das coisas: a visão de um útero cheio de sangue era capaz de criar magicamente a prole. A partir do sangue divino do útero e através de um movimento, dança ou ritmo cardíaco, que agitava este sangue, surgia os "frutos", a própria maternidade. Muitas tradições referiram o princípio do coração materno que detém todo o poder da criação. Este coração materno, "uma energia capaz de coagular o caos espumoso" organizou, separou e definou os elementos que compõem e produzem o cosmos; a esta energia organizadora os gregos deram o nome de Diakosmos, a Determinação da Deusa. Os egípcios, nos hieróglifos, chamaram este coração de ab e os hebreus foram os primeiros a chamar de pai. O coração e o sangue definiriam um elo imanente a todos os seres que dele nasciam e a idéia de coração oculto do universo que pulsa e mantém o ritmo de ciclos das estações, dos nascimentos, mortes, destinos. Este é o significado que está no Livro dos Mortos ou das mutações. No mesmo sentido o livro chinês I Ching é denominado Livro das Mutações.[7]

    • Outros conceitos

    Além da visão teística (politeísmo ou monoteísmo), a divindade pode ainda ser visualizada sob a ótica dos seguintes conceitos filosófico-religiosos:

    • Ateísmo – Contrapondo-se à visão do teísmo, o ateísmo afirma a existência somente deste mundo não existindo outros deuses a não ser o proprio homem. Para alguns ateus, o conceito Deus deixou como sequela para a humanidade uma inumerável quantidade de tradições e costumes, mantidas em seu nome, que conduziram o ser humano a um segundo plano, fato este que fez girar a roda da história contra ele mesmo, subjugando-o à vontade deste conceito intangível, e limitando sua vida e sua criatividade por gerações e gerações.
    • Agnosticismo – Dentro da visão agnóstica, não é possível provar racionalmente a existência de Deus, como também é igualmente impossível provar a sua inexistência. O politeísmo e o monoteísmo enquadram-se dentro de uma visão gnóstica de deus, isto é, Deus ou os deuses são seres cujos atributos estão perfeitamente definidos ou revelados em seus livros sagrados. Para um agnóstico, no entanto, Deus pode até existir, porém suas características são incompreensíveis para a razão humana.
    • Panteísmo – A visão panteísta sustenta que o Universo inteiro é o próprio Deus. Assim: "Deus é o Universo, e o Universo é Deus". No panteísmo dá-se ênfase às divindades imanentes, enquanto que no Panenteísmo (visão em que o Universo está inteiramente contido em Deus, porém Este é alguma coisa maior que o Universo) dá-se ênfase às características transcendentais de Deus.
    • Animismo – Crença na qual se atribui a todos os elementos do cosmos (Sol, Lua, estrelas), a todos os elementos da natureza (rio, oceano, montanha, floresta, rocha), a todos os seres vivos (animais, árvores, plantas) e a todos os fenômenos naturais (chuva, vento, dia, noite) um princípio vital e pessoal, isto é, uma Alma. Consequentemente, todos esses elementos são passíveis de possuirem: sentimentos, emoções, vontades ou desejos, e até mesmo inteligência. Resumidamente, os cultos animistas alegam que: "Todas as coisas são Vivas", "Todas as coisas são Conscientes", ou "Todas as coisas têm uma Alma". Atualmente, discute-se quais foram historicamente os primeiros cultos que deram origem a todas as religiões e a todos os deuses. Alguns historiadores e cientistas defendem a tese de que foram os mitos politeístas, enquanto outros afirmam que foram os cultos animistas.
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    Magia

    Magia (não confundir com mágica ou truque) antigamente chamada de Grande Ciência Sagrada pelos Magos, é uma ciência oculta que estuda os segredos da natureza e a sua relação com o homem, criando assim um conjunto de teorias e práticas que visam ao desenvolvimento integral das faculdades internas espirituais e ocultas do Homem, até que este tenha o domínio total sobre si mesmo e sobre a natureza. A magia tem características ritualísticas e cerimoniais que visam entrar em contato com os aspectos ocultos do Universo e da Divindade. A etimologia da palavra Magia, provém da Língua Persa, magus ou magi, que significa sábio. Da palavra "magi" também surgiram outras tais como "magister", "magista", "magistério", "magistral", "magno", etc. Também pode significar algo que exerce fascínio, num sentido moderno, como por exemplo quando se fala da magia do cinema.


    Índice


    • Origem e história

    Há registros de práticas mágicas em diversas épocas e civilizações. Supõe-se que o caçador primitivo, entre outras motivações, desenhava a presa na parede da caverna antevendo o sucesso da caça. Posteriormente adquiriu o ritual de enterrar os mortos e nomeou as forças da natureza que desconhecia, dando origem à primeira tentativa de compreensão da realidade, o que chamamos de mito.
    Segundo o Novo Testamento bíblico, por exemplo, são três magos os primeiros a dar as boas vindas a Jesus recém-nascido. No Velho Testamento, há a disputa mágica entre Moisés e os Magos Egípcios. Nos Vedas, no Bhagavad Gita, no Alcorão, nos diversos textos sagrados existem relatos similares.
    Praticamente todas as religiões preservaram suas atividades mágicas ritualísticas, que se confundem com a própria prática religiosa - a celebração da Comunhão pelos católicos, a incorporação de entidades pelos médiuns espíritas, a prece diária do muçulmano voltado para Meca ou ainda o sigilo (símbolo) do caboclo riscado no chão pelo umbandista.
    Os antigos acreditavam no poder dos homens e que através de magia eles poderiam comandar os deuses. Assim, os deuses são, na verdade, os poderes ocultos e latentes na natureza.
    Durante o período da Inquisição, os magos foram perseguidos, julgados e queimados vivos pela Igreja Católica, pois esta acreditava que a magia estava relacionada com o diabo e suas manifestações.
    A magia, segundo seus adeptos, é muitas vezes descrita como uma ciência que estuda todos os aspectos latentes do ser humano e das manifestações da natureza. Trata-se assim de uma forma de encarar a vida sob um aspecto mais elevado e espiritual. Os magos, utilizando-se de atividades místicas e de autoconhecimento, buscam a sabedoria sagrada e a elevação de potencialidades do ser-humano.
    A magia é também a ciência de simpatia e similaridade mútua, como a ciência da comunicação direta com as forças sobrenaturais, um conhecimento prático dos mistérios ocultos na natureza, intimamente relacionada as disciplinas ditas ocultas, como o hermetismo do antigo Egito, como a Alquimia, a Gnose, a Astrologia. Para Aleister Crowley, é "a arte de provocar mudanças a partir da vontade" No final do século XIX ressurgiu, principalmente após a publicação do livro A Doutrina Secreta, de Helena Petrovna Blavatsky e pela atuação da Ordem Hermética do Amanhecer Dourado (Hermetic Order of the Golden Dawn), na Inglaterra, que reviveu a magia ritualística e cerimonial.

    • Prática da Magia

    A prática da magia requer o aprendizado (pelo iniciado, pelo xamã, pelo sacerdote, etc.) de diversas técnicas de autocontrole mental, como a meditação e a visualização. Franz Bardon, proeminente mago do século XX, afirmava que tais exercícios tem como objetivo equilibrar os quatro elementos presentes na psique do mago, condição indispensável para que o praticante pudesse se envolver com energias mais sutis, como a evocação e a invocação de entidades, espíritos e elementais (seres da Natureza), dentro de seu círculo mágico de proteção. Outras práticas mágicas incluem rituais como o de iniciação, o de consagração das armas mágicas, a projeção astral, rituais festivos pagãos de celebração, manipulação de símbolos e outros com objetivos particulares.

    • Sistemas de magia


    • Magia Contemporânea e Teosofia

    A magia contemporânea encontra raízes no trabalho de iniciados como Eliphas Levi e Papus. A Teosofia, ou a moderna Teosofia, tem como um de seus fundadores Helena Petrovna Blavatsky, que foi buscar no oriente a fonte de seu importante sistema filosófico. Este sistema não se apresenta exatamente como os sistemas utilizados pelos estudiosos de magia, mas, antes, pretende transmitir o conhecimento esotérico universal que estaria contido em toda e qualquer tradição filosófica ou religiosa. Blavatsky considera, por exemplo, que todos os homens são magos no sentido último da palavra, pois todos podem utilizar o divino poder criador, seja através do pensamento, palavra ou ação.

    • Magia Universal

    Definição de Magia Universal: ato de manipular energias espirituais, utilizando-se de toda e qualquer forma de Magia existente, independente de sua origem, através de objetos de qualquer natureza, ações ou reações, com objetivo de alcançar desejos próprios ou de terceiros;
    Objetivos na Magia Universal: auto-conhecimento, auto-controle, elevação espiritual e intelectual, equilíbrio social e emocional, dominar seu próprio destino, tanto no Mundo Carnal quanto no futuro Mundo Espiritual;
    Código de Ética da Magia Universal: sinceridade, verdade, humildade, respeito aos seus fundamentos e práticas religiosas e aos demais segmentos religiosos independente de sua origem, respeito à todo ser humano ou espiritual independente de sua posição social, raça ou crença; Proteger os fundamentos secretos da Magia Universal e a todos ligados a ela, direta ou indiretamente quando assim solicitarem sigilo; Não influenciar terceiros em sua decisão de iniciar-se ou não na Magia Universal;
    Em qualquer momento que citamos o sujeito como masculino, também serve para o feminino, ou seja, qualquer degrau da Magia Universal, pode ser ocupado tanto por homens quanto por mulheres, independente de sua cor, raça, ocupação social ou opção sexual.
    Nesta doutrina religiosa, os adeptos são conhecidos como:
    Mestre: aquele que é chefe de seu Clã, ou seja, o Mago; Discípulos: aqueles que seguem as orientações e ensinamentos de seu Mestre. O Mestre chama todos os integrantes de seu Clã de discípulos, jamais chama-os de “filhos”. Os Discípulos chamam o Mago do Clã de Mestre, jamais de Pai ou Mãe; Não existem padrinhos ou madrinhas, apenas testemunhas de Ritual; Não existem beijos nas mãos como “pedido de benção”, a forma de saudação entre os integrantes, independente de seu degrau, é um aperto de mão estendido, ou seja, a mão de um aperta o antebraço do outro; Em virtude de não haver o tratamento e simbolismo de “família” dentro da Magia Universal, podem existir relações de qualquer natureza entre seus integrantes, Discípulos com Discípulos e Discípulos com Mestre;

    • No momento de sua Iniciação

    a pessoa renasce espiritualmente e recebe um nome pelo qual será chamada e conhecida no mundo da Magia e, todo seu passado religioso será zerado, ou seja, permanecerá somente o conhecimento e qualquer material ligado ao passado será desfeito e despachado em locais específicos; A pessoa terá apenas uma Entidade, a qual é chamada de Guardião; Esta Entidade poderá ser uma das Entidades que já acompanhavam a pessoa, independente se havia incorporação ou, poderá escolher qualquer Entidade como Guardião;
    O Guardião, mesmo que já tenha vindo de outro segmento religioso, receberá um novo nome, o qual será pronunciado apenas pelo seu possuidor e seu Mestre, para as demais pessoas do Clã ou terceiros, o Guardião é chamado pelo seu nome tradicional;
    Observação: caso o Guardião seja de origem da Umbanda, Nação ou Candomblé, seu possuidor poderá continuar incorporando com as Entidades que já incorporava, se assim as mesmas desejarem; No caso do Guardião ser de origem Quimbanda, não haverá incorporação de outras Entidades; No caso do Guardião ser de origem fora destes segmentos citados acima, a incorporação ficará por conta das Entidades; Contudo, a tendência é do Guardião ocupar todos os espaços e, mesmo que seja aos poucos, fazer com que as demais Entidades não incorporem ou percam o interesse na incorporação;
    Nos Rituais dentro da Magia, independente do que está sendo feito, o Guardião poderá estar presente, pois agora ele esta transformado em outra Entidade, em uma vibração totalmente neutra, seu nome tradicional é apenas um ponto de referência de como ele é, contudo, não importa a origem tradicional do Guardião, este se portará de forma adequada ao Ritual que está sendo executado, sem agredir as origens e sem desrespeitar os fundamentos das Raízes que estão trabalhando no momento; Na Magia Universal, pode-se efetuar Trabalhos e Rituais derivados de qualquer segmento religioso, contudo, o início, meio e fim do Trabalho ou Ritual deve ser pelos fundamentos da Magia Universal, visando não desrespeitar sua origem;
    Na Magia Universal, seus adeptos são divididos em três categorias, assim como segue:

    • Iniciado:

    a) apenas acompanha seu Mestre pelo tempo que julgar necessário ou, b) recebe conhecimento de imediato para começar sua trajetória dentro da Magia Universal, de forma independente. Tratando-se da letra “b“, este Iniciado recebe conhecimento para agir e reagir apenas dentro dos Fundamentos da Magia Pura, não receberá conhecimentos de Rituais de Corte ou Toque de outros segmentos religiosos. Contudo, com o passar do tempo, poderá receber este conhecimento, que será comprovado mediante Declarações de seu Mestre.

    • Mago:

    após auto-análise do Iniciado ou, por intimação de seu Mestre, este será elevado ao posto de Mago em Ritual específico e, receberá Certificado de seu Mestre; Este terá conhecimentos, teóricos e práticos, em todas as formas de magia, independente de sua origem. Contudo, desde sua iniciação até sua elevação à Mago, recebe conhecimento de seu Mestre, apenas de como iniciar e encerrar Rituais da Magia Universal e não dos demais seguimentos religiosos. Este conhecimento o iniciado já possui pela sua trajetória religiosa ou irá buscar por meios próprios ou, com seu Mestre, o qual fornecerá Declaração sobre o que foi ensinado; O Mago poderá ter conhecimento para praticar rituais e trabalhos espirituais, de origem da Nação, Candomblé, Vodu, Umbanda e Quimbanda, com exceção de: iniciar pessoas nestes segmentos, realizar o Aprontamento de Sacerdotes, bem como não tem o direito de preparar e entregar Axés de Faca, Axés de Búzios, Aprontamento, Re-Aprontamento, Afirmação de Sacerdote, Assentamentos de Entidades, feitura de algo que a pessoa ainda não possua ou emitir Certificados de Aprontamento; Para os Magos cujo Guardião tenha como origem a Umbanda, esta exceção não se aplica no caso de Umbanda e, quando o Guardião tem como origem a Quimbanda, esta exceção não se aplica para Quimbanda;

    • Grão-Mago:

    após auto-análise do Mago, além destes dois degraus de elevação já percorridos, terá mais nove degraus de elevação para tornar-se Grão-Mago, cada um dos nove degraus seguintes, após elevação à Mago, serão repassados um por vez pelo Mestre e, a cada degrau conquistado, receberá um Certificado de seu Mestre;
    Após a elevação do Iniciado à Mago, este se desejar, pode desligar-se totalmente de seu Mestre, pois possui independência espiritual suficiente para manter-se e manter seus discípulos; Contudo, somente poderá elevar-se aos próximos degraus com acompanhamento de um Mestre, o qual irá fornecer informações sobre o próximo degrau e como proceder em todas as etapas do Ritual, acompanhará o resultado e fornecerá o Certificado de conquista de determinado degrau;

    • Como meio de previsão

    Do presente, passado e futuro, bem como comunicação indireta com Entidades, Anjos, Demônios ou Espíritos, o Iniciado ou Mago tem o Portal chamado “Pandora”. Esta pode ser nas seguintes formas: Cartas: uma única figura e os mesmos símbolos em todas as Cartas, contudo, em cada uma delas possui um conjunto de letras cujo significado é individual e, dois objetos recheados com fundamentos secretos; Espelho: Inúmeros símbolos, desenhos e conjuntos de letras que podem ser desenhados com tinta especial em couro ou, gravados em pedra ou, talhados em madeira ou, moldados em barro ou, gravados em chapa de metal ou, bordados em tecido; Também acompanhado de dois objetos recheados com fundamentos secretos e, outros objetos pequenos que serão lançados sobre Pandora, podendo estes serem de livre escolha de seu futuro possuidor. Citamos alguns exemplos: pedras, conchas, moedas, ossos, búzios, objetos confeccionados sob medida, etc. Seja qual for a forma de Pandora, sempre que for aberta, estará acompanhada de uma vela de sebo ou carnaúba e de um copo com líquido que pode variar dependendo do possuidor; A qualquer momento, o Mago poderá fazer atualização dos conjuntos de letras de sua própria Pandora e de seus Discípulos, contudo, nada poderá ser retirado, somente acrescentado;
    No momento da Iniciação ou de elevação de Iniciado para Mago, seu Mestre irá abrir um “Domínio” para esta pessoa; O Domínio é um espaço reservado, em forma de círculo que pode ser abaixo ou acima da terra; De acordo com o local onde será erguido, será o material e a forma como será erguida a parede; Dentro deste Domínio, estarão: Firmação Material de seu Guardião, ferramentas de inúmeros tipos e formas, objetos secretos, Firmação de Espíritos menores e no mínimo um Espírito considerado forte para comandar os menores; O Domínio pode ser em qualquer parte da casa, apartamento ou terreno, não sendo aconselhável abrir um Domínio em local alugado; O local onde se encontra o Domínio, ou seja quarto ou construção separada da casa, também é chamado de Domínio; A Raiz do Domínio é baseado nos seguintes fundamentos: Alta e Baixa Magia, Magia Negra, Culto às Almas de Jongo, Vodu Haitiano, Candomblé das Nações: Angola, Ketu, Efãn, Jeje e Xambá. Culto à Egungun, Nação, Umbanda e Quimbanda;

    • As ferramentas

    As ferramentas trabalho do Iniciado (quando for o caso) ou o Mago, são:
    Livro: representa a sabedoria; Nele são escritos fundamentos, inúmeras formas de Rituais, tratados, pactos, receitas de trabalhos de magia e feitiços; o idioma varia conforme a importância, significado ou tipo de assunto, pode ser em hebreu, latin, português ou símbolos de significados importantes dentro da Magia; Chicote: representa o poder dominador; Pode ser de qualquer material, mas a preferência é todo de couro; Espada: representa o poder de defesa e ataque; Pode ser de qualquer metal e, o tamanho pode variar, desde pequena como usadas por antigos soldados romanos como grandes utilizadas nas forças armadas atuais; Corda: representa o poder de segurança, apoio e auto-controle; pode ser de qualquer material e deve dar duas voltas na cintura; A mesma é utilizada para apoiar a espada na cintura; Anel: representa a nobreza; Pode ser de qualquer metal, o mais indicado é que seja de prata e que possua uma ou mais pedras; Cores indicadas de pedras: preta, vermelha, branca ou verde; Faca ou punhal: sem representação; Utilizada para diversos fins, o cabo sempre na cor branca, independente do material; Adja: não faz parte das ferramentas, contudo, se for do interesse do Iniciado ou Mago, poderá utilizar este instrumento em alguns Rituais; Pode-se utilizar tantos Adjas quanto desejar desde que o número de “bocas cantando”, somadas, não tenham uma quantia par;

    • Trajes:

    Não existem trajes obrigatórios para a prática da Magia Universal. O indicado é que, dependendo do Ritual, use-se roupas totalmente pretas ou totalmente brancas. Existem cores específicas para cada propósito, mas isto fica a critério individual;

    • Dias de trabalho:

    Os Iniciados, Magos e Grão-Magos, bem como seus Guardiões, podem efetuar qualquer tipo de trabalho ou ritual, independente do dia e horário com exceção de: primeiro domingo de cada mês e os altos da Lua Minguante, ou seja, os dias que ficam entre o primeiro dia e o último dia da Lua Minguante; Nos dias considerados exceções, também chamados de “dias proibidos”, nada é feito dentro da Magia, por menor que seja e, caso o Guardião incorpore no Iniciado, Mago ou Grão-Mago, este não irá manifestar-se nestes dias;
    Todos os Iniciados serão ensinados que devem buscar conhecimento sobre as Leis Estaduais e Municipais de onde quer que venham à trabalhar, que devem realizar seus Rituais e Trabalhos de forma que não agrida a natureza ou se for impossível, agir de forma que menos agrida a natureza; Receberão também, conhecimento de que as vias públicas devem ser utilizadas apenas em casos inevitáveis e de extrema emergência e, de que não devem utilizar materiais de vidro, barro, plástico, papel ou material de grande porte, assim como é totalmente contra os Fundamentos e Práticas da Magia Universal sacrificar ou despachar animais em vias públicas;

    • Outros tipos de Magia


    [editar] Magia sexual

    Agrupam-se neste item diversos sistemas (Thelemita, gnóstico, etc.) que representam uma versão ocidental da Tantra. A base destes sistemas é a concepção que o sémen do homem e a vulva da mulher são sagrados.
    A magia sexual divide-se em diversos sistemas diferentes e conflitantes, a maioria deles derivados do sistema originalmente desenvolvido por Paschal Beverly Randolph e depois por Theodore Reuss na Ordo Templi Orientis (O.T.O.) Podemos considerar os diversos sistemas de magia sexual:

    • Ansariético: Criado pelos Ansarichs ou Aluítas (em inglês: Ansaireth ou ainda Nusairis) na Síria antiga
    • Eulis: Criado por Pascal Beverly Randolph, um iniciado entre os Aluítas
    • Sistema da 0. T. 0.: Sistema de magia sexual que foi a base da Tantra ocidental
    • Sistema da Fraternitas Saturni: É derivado da O.T.O.
    • Sistema Maatiano: Criado por dissidentes da O.T.O.
    • Sistema da 0. T. O. A.: Derivado da O.T.O., faz uso de práticas astrais de magia sexual
    • Caos: Sistema mágico baseado em "auto-magia sexual"
    • Movimento Gnóstico Cristão Universal: Sistema de magia sexual acentuadamente ascético fundado pelo neo-gnóstico Samael Aun Weor

    • Thelema


    Sistema criado por Aleister Crowley a partir do recebimento "Liber AI Vel Legis" ("O Livro da Lei"). Trata-se do início de uma Nova Era (Aeon) de Aquário, onde o ser humano percebe-se como centro de seu próprio universo, assim divino. Thelema, em grego, significa vontade. Os axiomas mais importantes para os Thelemitas, constantes no "Livro da Lei" são: "Faze o que tu queres que há de ser tudo da Lei" (Do what thou wilt shall be the whole of the Law") e "Amor é a lei, amor sob vontade" (Love is the law, love under will"), que diferentemente do que muitos interpretam não significa "fazer o que quiser", mas sim a realização daquilo que chamam de "Verdadeira Vontade", sempre lembrando que isso é um ato de amor perante a humanidade, mas esse amor sob vontade.

    • Samael Aun Weor


    Samael Aun Weor, fundador do Movimento Gnóstico Cristão Universal, ensinou a magia sexual como um dos pilares fundamentais do que chamou Revolução da Consciência. Sua principal característica é o que o próprio autor chama de "ascética revolucionária da Era de Aquário". Ainda de acordo com o autor, metafisicamente, seu processo consiste na "mescla inteligente da ânsia sexual com o entusiasmo espiritual". Contudo, em termos que se atêm somente à fisiologia desta classe de magia sexual, esta consiste, em suma, na conexão dos órgão genitais masculinos e femininos (chamados pelos termos orientais Lingam e Yoni) evitando-se o orgasmo, tanto masculino quanto feminino, e a perda do sêmem.

    • O.T.O.


    A Ordo Templi Orientis, fundada por Theodore Reuss e Karl Kellner no princípio do Séc. XX baseou-se inicialmente na aplicação dos conhecimentos do Tantra sobre o sistema da Maçonaria. Quando o ocultista inglês Aleister Crowley, passou a ter o controle da ordem seus rituais e filosofia básica foram reformulados para serem interpretados e trabalhados sob a chamada Lei de Thelema. A O.T.O. acabou sendo a origem de diversas dissidências que adotaram diferentes visões sobre a magia. Dentre as dissidências que realizam um trabalho considerado sério podemos citar a Ordo Templi Orientis Antiqua (O.T.O.-A.) e a Tiphonian Ordo Templi Orientis (T.O.T.O.).

    • Magia Luciférica

    Este sistema é desenvolvido por uma fraternidade chamada "Fraternitas Saturni". É um sistema parecido com o da O.T.O., centralizando suas práticas em magia sexual (em especial nas práticas da "mão esquerda") e em magia ritualística. A diferença principal em relação a O.T.O. é que, enquanto esta busca a fusão individuada com a energia criadora, porém sem uma representação central, a Fraternitas Saturni busca elevar o espírito humano a uma condição de Divindade, representada por Lúcifer. O sistema possui 33 graus.

    • Magia Enoquiana

    Magia Enoquiana é um sistema simbolicamente complexo, que consiste na evocação de energias (também chamadas de entidades), e foi proposto pelo astrólogo e alquimista John Dee e por Edward Kelley. O sistema foi posteriormente estudado pela Golden Dawn e por Aleister Crowley.

    • Magia Musical

    Criado por uma renomada ocultista, Juanita Wescott, estudiosa do Sistema de Franz Bardon. O Sistema de Magia Musical faz uso dos mais elevados ensinamentos do Hermetismo e da Cabala, do ponto de vista de Franz Bardon.

    • Magia Avaloniana

    Magia Avaloniana é uma forma de espiritualidade Celta assim como o Druidismo, ela visa principalmente a adaptação da espiritualidade européia ao Brasil, local onde surge. Eles são politeístas, animistas e creem na transmigração da alma. Trabalham com Reconstrucionismo Celta.

    • Xamanismo


    Sistema que deu origem a diversos cultos e religiões e cuja origem remonta à Idade da Pedra. O Xamã é uma espécie de curandeiro, com poderes mágicos especiais.

    • Candomblé


    Sistema semelhante ao Vodun (ortografia Beninense) e popular no Brasil. Consiste na invocação de Orixás, Voduns e Nkisis africanos, considerados ancestrais divinizados.

    • Vodou


    Sistema popular no Haiti é o Vodou Haitiano. Assemelha-se ao Candomblé e ao Vodun africano.

    • Voodoo


    A palavra Voodoo é usada para descrever a tradição Creole de Nova Orleans.

    • Umbanda


    Fusão de várias religiões, notadamente a , Pajelança, Catimbó com , com predominância deste último. Na Umbanda,há a invocação, geralmente, de caboclos e índios, enquanto no Candomblé invoca-se os Orixás.

    • Quimbanda


    Sistema de magia que trata da invocação de entidades chamadas Exus, podendo-se com a ajuda dessas entidades, fazer tanto o bem quanto o mal.

    • Ver também


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    Portal do Ocultismo

    • Ligações externas






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